| Luís Graça & Camaradas | Subsídios para a história da guerra colonial > Guiné (36) > Cidade de Bafatá |
O nosso álbum de fotografias > As cidades de Bafatá
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Bafatá > BCAÇ 2856, 1968/70) / BCAÇ 3884 (1972/74) / Esq Rec Fox 2640 (1969/71) / CCAÇ 2636 (1969/71) Bambadinca > CCAÇ 2590 / CCAÇ 12 (1969/1971) Bambadinca > BCAC 2852 (1968/1970) / BART 2917 (1970/1972) /BART 3873 (1972/1974) Banjara / Geba > CART 1690 (1967/69) Barro / Cacheu > CCAÇ 3 (1968),CART 2412 (1968/70) Bissorã > CCAÇ 13 (1969/71) Brá > Comandos (1965/66) Cansissé / Nova Lamego (Gabu) > 3ª CART / BART 6523 (1973/74) Cantacunda / Geba > CART 1690 (1967/69) Contuboel > CCAÇ 2590 / CCAÇ 12 Geba > CART 1690 (1967/71) Guileje > CACAÇ 2617 (1970/71), CCAV 8350 (1972/73) Mansambo > CART 2339 (1968/1969), CART 2714 (1970/72), CART 3493 (1972/1974) Nova Lamego (Gabu) > BART 6523 (1973/74) Xime > CART 2520 (1968/70), CART 2715 (1970/72), CART 3494 (1972/1974) Xitole > CART 2716 (1970/1972) Xitole - Ponte dos Fulas / Outros locais (a) Um especial agradecimento aos camaradas David J. Guimarães e ao Humberto Reis, que têm alimentado o nosso álbum de fotografias e ajudado a rejuvenescer a nossa memória em relação a Bafatá. |
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Guiné > Zona Leste > Bafatá
> 1970 > Vista aérea de Bafatá, com o Rio Geba do lado direito (foto
tirada de helicóptero, do lado oeste) |
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Guiné > Zona Leste > Bafatá
> 1970 > A
estrada de Bambadinca-Batatá (vista de héli); |
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Guiné > Zona Leste > Bafatá
> A famosa piscina local (na imagem, o Humberto Reis). |
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Guiné > Zona Leste > Bambadinca > 1969 ou 1970: A rapaziada, à civil, em Santa Helena, Bambadinca, a caminho do "bife com batatas fritas" da Transmontana e das bajudas de Bafatá. Malta da CCAÇ 12 e outras unidades estacionadas em Bambadinca. |
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Guiné > Zona Leste > COP 7 > Bafatá > 1972: O descanso dos guerreiros. Soldados da CART 3494 (Xime, 1972/1973; Mansambo, 1973/1974) num momento de descontracção na cidade de Bafatá © Sousa de Castro (2005) |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: Busto do fundador do PAIGC, Engº. Amílcar Cabral (Bafatá, 1924 - Conacri, 1973) © David J. Guimarães (2005) |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: Restos do império colonial e dos seus símbolos... © David J. Guimarães (2005) |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: Mercado local © David J. Guimarães (2005) |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: Uma velha Berliet do tempo da guerra colonial abandonada numa rua poeirenta de Bafatá, terra natal de Amílcar Cabral (1924-1973) © David J. Guimarães (2005) |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: O que resta da cidade de Bafatá, de arquitectura colonial... © David J. Guimarães (2005) |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: Antiga casa colonial, hoje sede do Tribunal Judicial da Província de Leste - Bafatá |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: Uma rua de Bafatá, com as suas velhas casas de estilo colonial... A ONG Plataforma Bafatá Cidade de Amílcar Cabral tem em curso uma campanha de angariação de fundos para ajudar a reconstruir a bela Bafatá de outrora, com apoio da RDP África... Como diz o Guimarães, "é natural, camarada, que já te não lembres de nada de Bafatá... mas uma coisa te lembras: do alcatrão e das casas muito bem pintadinhas e muito bonitas"... |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: Mais uma rua típica e degradada da cidade... |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: "Finalmente lá encontrámos uma rua com um restaurante... aberto e a funcionar!"... |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: Fachada do hospital. |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: Vista da cidade, a partir do hospital (o ponto mais alto de Bafatá). O Rio Geba e a bolanha ao fundo. |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: (i) Ao fundo um edifício de estilo colonial, transformado em "loja do povo"; fica no largo onde está o busto do Amílcar Cabral; (ii) segundo o fotógrafo, não tinha nada na altura para vender... |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 2001: Uma rua e um posto de gasolina que há muito deixou de funcionar por falta de combustível e de clientes. |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 1996: Restaurante "A Transmontana" Desta vez o Reis teve azar: a velha "Transmonanta" onde muitas vezes matámos a malvada, estava fechada |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 1996: "À porta do célebre café das libanesas, filhas da D. Rosa. Sou amigo pessoal do filho, ex-ten. cor. paraquedista, que mora cá, em Poirtugal, em Linda A Velha, e também amigo de infância de um dos genros dela que mora aqui em Lisboa, e com o qual, por acaso, já tenho tido relações profissionais". |
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Guiné-Bissau > Bafatá > 1996: Em primeiro plano, a piscina de Bafatá (ex-piscina Guerra Ribeiro, construído pelos militares de uma unidade aqui estacionada ) e, do lado esquerdo, a famosa Casa Gouveia, que representava os interesses da CUF e que, no nosso tempo, era o principal bazar da cidade, tendo florescido com o patacão (dinheiro) da tropa. Vê-se, ao fundo, a estrada que conduz à saída para Nova Lamego (Gabu) e Bambadinca. Do lado direito pode observar-se a traseira do mercado. |
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Guiné-Bissau > Região de Bafatá > Capé > 1996: "Clube de Caça do Capé, próximo de Bafatá, vendo-se em primeiro plano a piscina, que tinha um tratamento de águas impecável, como qualquer bom hotel. Em segundo plano a Palhota grande comportava a Recepção, Sala de Estar e Sala de Jantar. As pessoas que lá estavam hospedadas eram um grupo de 8 portugueses que tinham ido no mesmo avião que eu, para fazer lá uma semana de caça". |
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Guiné-Bissau > Região de Bafatá > Capé > 1996: Nascer do sol no Capé. |
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Guiné-Bissau > Região de Bafatá > 1996 > Capé: Uma queimada vista do Clube de Caça do Capé. |
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Guiné-Bissau > Região de Bafatá > 1996 > Capé: "O Rio Geba, calmo e sereno, na zona de Capé". |
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Guiné-Bissau > 2001: DE cima para baixo, da esquerda para a direita: (i) Plantação de cajueiros e ao fundo a bolanha, seca; (ii) Mangueiro, a árvore que dá as saborosas mangas; (iii) Fruto vernelho do cajueiro; (iv) Fruto amarelo... .Neste país, que antes da guerra exportava arroz, as bolanhas têm vindo a degradar-se e salinizar-se. A cultura do arroz, base da alimentação da população, está a ser substituída por plantações de cajú, para exportação. Segundo o José Carlos Mussà Biai (que é engenheiro florestal, mandinga do Xime, guineense e cidadão português, e que teve a gentileza de me visitar no dia 4 de Julho de 2005), as autoridades de Bissau têm estado nos últimos anos a incentivar a monocultura do caju. Os resultados podem vir a ser catastróficos para a população: em troca do caju, os agricultores recebem arroz, em quantidades que lhe dão para o ano todo. Desincentiva-se assim a cultura do arroz, que é importado e custa divisas. No ano em que houver um desastre na cultura do caju, vai haver fome... Além disso, "o cajueiro é como o eucalipto",destrói os solos... Em contrapartida, os povos do sul que cultivam o arroz não o conseguem escoar para Bissau por que não há uma rede viária e nem transportes em condições... Resultado: ficam os velhos e os djubis no interior, enquanto a malta nova vai engrossar o potencialmente perigoso exército de descamisados de Bissau. (L.G.) |
Créditos fotográficos
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Vd textos sobre Bafatá
12 de Janeiro de 2006 > Guiné 63/74 - CDXLIV: A galeria dos meus heróis (3): A Helena de Bafatá 26 de Março de 2006 > Guiné 63/74 - DCLIV: Bafatá: o Café do Teófilo, o desterrado 29 de Março de 2006 > Guiné 63/74 - DCLVIII: Comerciantes de Bafatá: turras ou pides ? (Manuel Mata) |
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Última actualização: 21 de Maio de 2006 / Last update: May 21, 2006 |
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© Luís Graça (1999-2006) . E-mail: luis.graca@ensp.unl.pt |
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