Luís Graça & Camaradas

Subsídios para a história da guerra colonial > Guiné (8) > Outras Zonas > Cacheu > Barro, Binta, Bigene,Guidage

 

Guiné-Bissau > Mapa 1

Guiné-Bissau > Mapa 2> Mapas Locais

Província Portuguesa da Guiné > Carta dos Serviços Cartográficos do Exército (1961)

Província Portuguesa da Guiné > Mapa de Bafatá (1955)

Província Portuguesa da Guiné > Mapa de Bambadinca (1955)

Província Portuguesa da Guiné > Mapa de Fulacunda (1955)

Província Portuguesa da Guiné > Mapa do Xime (1955)

Província Portuguesa da Guiné > Mapa do Xitole (1955)

 

 

Guiné > Região de Cacheu > Barro

 

Guiné > Cacheu > Localização de Barro

"Barro fica a cerca de 3 kms da fronteira com o Senegal. Na altura em que lá estive, com a CCAÇ 3, [em 1968], o comandante era o capitão Carlos Abreu (depois do 25 de Abril foi adjunto do General Spnola). A missão da CCAÇ 3 em Barro (em Binta, não sei) era evitar a passagem dos guerrilheiros do PAIGC e das populações por ele controladas do Senegal para a mata do Óio. A missão deles era, sobretudo, fazer abastecimentos em géneros e em material bélico para os combatentes daquela zona. A nossa era evitar que isso sucedesse. Essas infiltrações vinham, nomeadamente, das tabancas Sano, Sonako e Samine, situadas no Senegal.

"Além das emboscadas que montávamos, muitas armadilhas foram colocadas naquela zona para obviar a isso (quando ouvíamos bum!, íamos a correr pois devia ser uma vaca que caiu na armadilha)".

 © A. Marques Lopes

 

 

 

 

O nosso álbum de fotografias >  

Índice (de A a Z) (a)

Bafatá

Bambadinca > CCAÇ 2590 / CCAÇ 12 (1969/1971)

Bambadinca > BCAC 2852 (1968/1970) / BART 2917 (1970/1972) /BART 3873 (1972/1974)

Banjara / Geba >  CART 1690 (1967/68)

Barro / Cacheu > CCAÇ 3 (1968)

Bissau

Cansissé / Nova Lamego (Gabu) > 3ª CART / BART 6523 (1973/74)

Cantacunda / Geba  > CART 1690 (1967/68)

Contuboel  > CCAÇ 2590 / CCAÇ 12

Mansambo > CART 2339 (1968/1969), CART 2714 (1970/72), CART 3493 (1972/1974)

Nova Lamego (Gabu) > BART 6523 (1973/74)

Saltinho

Xime > CART 2520 (1968/70),  CART 2715 (1970/72), CART 3494 (1972/1974)

Xitole > CART 2413 (1968/70), CART 2716 (1970/1972)

Xitole - Ponte dos Fulas / Outros locais

 (a) Um especial agradecimento ao A. Marques Lopes, ao Américo Marques, ao David J. Guimarães, ao Humberto Reis e ao Sousa de Castro  que têm alimentado o nosso álbum de fotografias e ajudado a rejuvenescer a nossa memória

 

Cacheu > Barro

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 > A fotografia aérea da região do CXacheu

"Uma vez ou outra aproveitei a vinda da Dornier com os frescos e pedi ao piloto para dar uma volta. Foi um elemento importante para conseguir descobrir os trilhos utilizados nas infiltrações e as passagens no rio Cacheu. Quanto à vista aérea do quartel ainda deu bronca. Quiseram-me confiscar a fotografia, pois podia ser um factor de informação para o IN... a juntar às 24 horas passadas no campo do inimigo. Tá visto que eu estava feito com o IN, se calhar alguém pensou".

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 > Barro (1968) > Vista aérea do quartel

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 > Aspectos da povoação de Barro 

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 >  Barro > 1968 > Secretaria e Comando

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 >  Barro > 1968 > Paiol e refeitório

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 > Barro > 1968 > Siostema de defesa da povoação

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 > Barro > 1968 > O grupo de combate do Alferes Lopes

"Na altura, o General Spínola deu indicação para se dividir a companhia em pelotões de acordo com as etnias (o tirar partido das rivalidades entre eles). Como eu era o alferes mais antigo, o comandante da companhia perguntou-me o que é que eu queria:
- Quero os balantas, disse eu. - E o meu grupo de combate foi quase todo de balantas (tinha um cabo fula, o Mamadu, e três furriéis brancos, além de mim). Ouviam a rádio do PAIGC mas demo-nos sempre bem. Porque eu sempre fiz por isso. Por exemplo: um dia, fui com um que estava doente através da mata até Bigene, porque em Barro não havia médico; emprestei dinheiro a todos, mas todos me pagaram quando me vim embora"...

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 > Barro > 1968: O alferes miliciano Lopes com elementos, balantas, no seu grupo de combate.

"Eles consideravam-se os jagudis, consideravam-se um  grupo especial".

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 >  Barro > 1968: Uma terra de bolanhas, lalas e rios...

© A. Marques Lopes (2005)

 

  Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 > Cacheu > Barro (1968) > Os "jagudis" montando uma emboscada

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 >  Barro (1968) > Cenas da vida de um operacional

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné > Cacheu > CCAÇ 3 >  Barro (1968) >  Uma pausa, no mato, para retemperar as forças

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné > Cacheu > CCAÇ 3 >  Barro (1968) > O Alferes Lopes, coberto de pó, de regresso, ao quartel

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 >  Cacheu > Barro (1968) > O abastecimento das NT era feito através do Rio Cacheu, sob +protecção dos fuzileiros.

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 >  Cacheu > Barro (1968) >  O correio e os "frescos", de Bissau, também vinha por avioneta...

"Um dia, creio que em Junho de 1968, o General Spínola foi a Barro e perguntou:

- Vocês já foram ao Senegal? - Eu, e os outros, que não sabíamos o que ele queria, dissemos que não (já tínhamos ido várias vezes a Sano, Sonako e Samine para roubar vacas e queimar casas). E ele disse:

- Então, têm de pensar em ir lá -. E lá fomos mais à vontade. O roubar vacas era uma preocupação, pois era a nossa subsistência. Muito raramente, havia um abastecimento feito pelos fuzileiros através do rio Cacheu. Às vezes, vinha uma Dornier trazer o correio e os chamados frescos. A maior parte das vezes comíamos arroz e rações de combate, ou, então, uma dobrada hidratada que saltava da panela assim que aquecia. Só tínhamos carne quando havia vacas".

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 >  Barro (1968) >  O alferes miliciano Lopes desmontando uma mina. Em Geba, um ano antes, tinha sido atingido pela  explosão de um destes engenhos...

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 >  Cacheu > Barro (1968) >  Bazuca 8.9 e metralhadora pesada Breda

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 >  Cacheu > Barro > O espaldão do mortreiro 80

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 > Cacheu > Barro (1968) O ex-alferes miliciano Lopes ,  com o seu o seu grupo de combate de balantas, os "jagudis", depois de uma incursão no vizinho Senegal

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné > Cacheu > CCAÇ 3 > Barro > 1968>  O resultado de uma ida a Sano, no Senegal...

"Esta menina estava às costas da mãe quando, em 20 de Agosto de 1968, eu e o meu grupo de combate investimos contra a tabanca de Sano no Senegal.

"No meio do tiroteio provocado pela resistência de alguns elementos do PAIGC que lá se encontravam, a mãe dela abriu o pano com que segurava a filha para melhor poder fugir. E conseguiu fugir... mas deixou a filha a chorar no chão.

"Trouxemos a criança para Barro. Tinha um ano e meio, talvez dois anos, não sei. Foi bem tratada, vestida e calçada.  Nome di bó? Muita insistência e dificuldade em conseguir-lhe uma palavra. Que nome dar-lhe, então? Hoje é terça-feira, disse alguém, pode chamar-se Terça-feira... e ficou Terça, para facilitar.

"Pois a miúda Terça ficou alguns dias em Barro mas foi na primeira Dornier para Bissau para ser entregue a uma qualquer instituição religiosa. O Cacuto [Seidi, chefe da tabanca de Barro] não gostou da ideia, pois era uma bajuda que lhe iria dar proventos quando a casasse... Lá andará por Bissau uma já mulher feita, mãe de filhos, certamente, de nome Terça.

"O nome não foi totalmente descabido. De facto, em 1998, quando estive na Guiné, o jovem guia que me acompanhava chamava-se Cinq. Só falava francês e creoulo. Porquê Cinq? perguntei-lhe eu. Estudara no Senegal, daí falar francês, nascera no dia 5 de Maio (5) e os pais deram-lhe o nome de Cinq".

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 > O ex-alferes miliciano Lopes da CCAÇ 3 (Barro, 1968) ,  com o seu guarda-costa, balanta

"O meu guarda-costas chamava-se Bletche-Intete. Grande amigo. Um dia deu-me um grande empurrão durante um tiroteio... é que eu tinha-me virado de costas para o local de onde o IN estava a disparar (fiquei mal dos ouvidos desde que fui ferido em Geba)".

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 >  Cacheu > Barro (1968) >   A morte e a inumação do corpo de um guerrilheiro no próprio local, com um mínimo de dignidade humana

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 > Barro: Os encontros e os desencontros da guerra...

"O meco aqui visto era bom rapaz. E foi bom rapaz, quando me apanhou na Feira Popular de Lisboa a distribuir propaganda contra a guerra colonial em 1973. Não me bateu, levou-me para a esquadra do Campo Grande, mas saí de lá sem identificação nem nada. A amizade continua".

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné >Cacheu > CCAÇ 3 > Barro > 1968> Um prisioneiro do PAIGC

"Foi sempre minha preocupação não matar população civil (...).  Mas era difícil, pois a visão e a filosofia da vida deles era diferente. Um dia, por exemplo, foi apanhado no meio de um tiroteio um velho cego.
- Mata! - foi a reacção.
- Não, disse eu - Mas foi complicado.

"Numa das tais operações do COP 3, não sei já qual, um guerrilheiro do PAIGC levou uma rajada no baixo ventre e ficou com os tomates pendurados. Disse para fazerem uma maca para o levarem. Fizeram a maca, mas não o quiseram levar:
- Alfero, deixa estar, vem jagudi e come ele...
- Não!

"Eu e um furriel pegámos na maca e começámos a atravessar uma bolanha com água pelo pescoço. A meio da bolanha, vieram dois e disseram:
-Alfero, a gente pega.

"Chegámos à base de operações, onde estava o tenente-coronel Correia de Campos, um helicóptero e uma enfermeira pára-quedista, e, azar, o homem do PAIGC morreu.

"Em frente destes, formei o grupo de combate e, porque estava furioso, chamei-lhes todos os nomes. O tenente-coronel Correia de Campos estava de boca aberta. È evidente que nós, os ocidentais, temos uma maneira de ver as coisas, a vida e a morte, de uma forma diferente. Assim como outras, por exemplo, a democracia e a política".

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 

 Guiné > Cacheu > CCAÇ 3 >  Barro (1968) >  Os putos...

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné > Cacheu > CCAÇ 3 >  Barro (1968) >  As bajudas...

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné-Bissau  > Cacheu >  Barro (1968 >    Feliz Natal...

"Este é mais outro aerograma que descobri. Mandei-o, pelo Natal, em 1968. O que eu quis transmitir é que eram natais de morte e que o que procurava era esquecer, dando de beber à dor".
 

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné-Bissau  > Cacheu >  Barro (1998) >   Atravessando o Cacheu, de regresso ao passado...

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné-Bissau  >Cacheu >  Barro (1998) >  Reeencontro do tuga A. Marques Lopes com Cacuto Seidi, chefe da tabanca de Barro

"O Cacuto Seidi era o chefe da tabanca de Barro em 1968. Muitas vezes fui até à sua porta para falar com ele. Por duas razões: a primeira é que suspeitávamos que ele estava feito com o PAIGC (...).

"Em 1998 fui a Barro. Assim que me viu abriu a boca e disse admirado:
-Alfero Lopes!-

"Ao fim de 30 anos lembrou-se logo de mim, apesar de estarmos os dois mais velhos, de tal modo que quem me acompanhava ficou com a boca aberta de espanto. É que foi, de facto, muito tempo de convívio e de conversa.

"Perguntei-lhe pelo Braima, um caçador da tabanca de Barro, muito conhecedor de toda aquela zona e que foi o meu guia em 1968, porque conhecia todos os trilhos e buracos quer na mata quer no tarrafe das margens do Cacheu. O Cacuto ficou atrapalhado e respondeu:
- O Braima mataram.
- Ah! - disse-lhe eu - mas tu continuas a ser o chefe da tabanca! Então, eu tinha razão... -. Acabou por se rir, é claro".

© A. Marques Lopes (2005)

 

 Guiné-Bissau >Cacheu >  Barro (1998):  Restos de uma granada do PAIGC, detonada...

© A. Marques Lopes (2005)

 

 

 Guiné > Cacheu > CART 2412 >  Bigene, Binta, Guidage, Barro (1968/70) >   O Afonso Sousa vem trazer para nossa tertúlia o tema dos "nossos rádios na Guiné". Teve, além disso, a gentileza de nos mandar imagens desses equipamentos de cuja existência e importância só dávamos conta em momentos de grande aflição: (i) quando, no mato, debaixo de fogo do IN, chamávamos pela mãezinha e pelo apoio da Força Aérea; ou (ii) quando tínhamos um camarada gravemente ferido, e era preciso uma evacuação Y para o hospital militar de Bissau... vd. post de 2 de Julho de 2005, no nosso blogue (Guiné 69/71 - XCIV: Um alfa bravo para os nossos Op TRMS) ...

Legenda (da esquerda para a dierita, e de cima para baixo): (i) Rádio AN-GRC-9;  (ii) Rádio AN-GRC-9 (esquema); (iii)  Rádio AN-PRC-10; (iv) o Banana AVP-1
 

© Afonso Sousa  (2005)

 

Guiné > Cacheu > Localização da Zona de Intervenção da CART 2412 (Agosto de 1968/Maio de 1970): Barro, Bigene, Binta, Guidage.  A sul de Guidage, o aquartelamento localizado mesmo na fronteira,  ficava Binta e, mais a sudeste, Farim. Abaixo de Binta, ficava Olossato, e abaixo de Farim, Mansaá. Todos estes nomes são míticos, para os muitos soldados portugueses que passaram pela região do Cacheu e do Morés.

"Zona tampão entre o Rio Cacheu e alinha de fronteira com o Senegal (corredores de Tanafe e Samine). Zona de importância estratégica para o PAIGC - entre o Rio Casamance (Senegal) e as densas matas do Óio (Guiné), onde se localizava a sua importante base de Morés . Spínola ordenou o estabelecimento da Base Fluvial de Ganturé (Bigene) em 1969 para intenso patrulhamento do Rio Cacheu e colaboração com as forças terrestres. Estacionámos lá, à espera de LDG, vimdpos de Barro rumo a Bissau no final da missão. Esta base de fuzileiros navais estava estava sob o coamndo do aguerrido Alpoím Galvão, um dos magníficos de Spínola

 © Afonso Sousa (2005)

 

 

Créditos fotográficos

© A. Marques Lopes  > Fotos e outras imagens gentilmente cedidas por A. Marques Lopes, coronel (DFA)  na situação de reforma, ex-alferes miliciano da CART 1690 (Geba, 1967) e da CCAÇ 3 (Barro, 1968)
 © Afonso Sousa  > Fotos e outras imagens gentilmente cedidas por Afonso M.F. Sousa, ex-furriel miliciano de transmissões da CART 2412  ( Bigene, Binta, Guidage, Barro ) (1968/70)

 

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Última actualização:  7 de Novembro de 2005  / Last update: November 7,  2005  

© Luís Graça (1999-2005) .  E-mail: luis.graca@ensp.unl.pt

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