Luís Graça & Camaradas Subsídios para a história da guerra colonial > Guiné (1) > Bambadinca (Sede do Sector L1 / Zona Leste)

 

Província Portuguesa da Guiné > Carta dos Serviços Cartográficos do Exército (1961)

 Mapa de Bambadinca (1955)

 

 

Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Bambadinca > 1970 > Espectacular vista aérea do aquartelamento, tirada no sentido leste-oeste, ou seja, do lado da grande bolanha de Bambadinca (vd. mapa da região)

Do lado esquerdo da imagem, para oeste, era a pista de aviação (1) e o cruzamento das estradas para Nhabijões (a oeste), o
Xime (a sudoeste) e Mansambo e Xitole (a sudeste). Vê-se ainda uma nesga do heliporto (2) e o campo de futebol (3). A CCAÇ 12 começou também a construir um campo de futebol de salão (4), com cimento roubado à engenharia nas colunas logísticas para o Xitole.

De acordo com a fotografia, em frente, pode ver-se o conjunto de edifícios em U: constituía o complexo do comando do batalhão (5) e as instalações de oficiais (6) e sargentos (8), para além da messe e bar dos oficiais (8) e dos sargentos (9). Apesar do apartheid (leia-se: segregação sócio-espacial) que vigorava, não só na sede dos batalhões, como em muitas unidades de quadrícula, uns e outros, oficiais e sargentos, tinham uma cozinha comum (19).

Do lado direito, ao fundo, a menos de um quilómetro corria o Rio Geba, o chamado Geba Estreito, entre o Xime e Bafatá. O aquartelamento de Bambadinca situava-se numa pequena elevação de terreno, sobranceira a uma extensa bolanha (a leste). São visíveis as valas de protecção (22), abertas ao longo do perímetro do aquartelamento que era todo, ele, cercado de arame farpado e de holofotes (24). A luz eléctrica era produzida por gerador... Junto ao arame farpado, ficavam vários abrigos (26), o espaldão de morteiro (23), o abrigo da metralhadora pesada Browning (25). Em 1969/71, na altura em que lá estivemos, ainda não havia artilharia (obuses 14).

A caserna das praças da CCS (11) ficava do lado oeste, junto ao campo de futebol (3). Julgava-se que o pessoal do pelotão de morteiros e/ou do pelotão Daimler ficava instalado no edifício (12), que ficava do outro lado da parada, em frente ao edifício em U. Mais à direita, situava-se a capela (13) e a secretaria da CCAÇ 12 (14). Creio que por detrás ficava o refeitório das praças. Em frente havia um complexo de edifícios de que é possível identificar o depósito de engenharia (15) e as oficinas auto (16); à esquerda da secretaria, eram as oficinas de rádio (17).

Do lado leste do aquartelamento, tínhamos o armazém de víveres (20), a parada e os memoriais (18), a escola primária antiga (19) e depósito da água (de que se vê apenas uma nesga). Ainda mais para esquerda, o edifício dos correios, a casa do administrador de posto, e outras instalações que chegaram a ser utilizadas por camaradas nossos que trouxeram as esposas para Bambadinca (foi o caso, por exemplo, do Alf Mil Carlão, nosso camarada da CCAÇ 12).

Esta reconstituição foi feita pelo Humberto Reis, completada por mim (LG)
Foto do arquivo de Humberto Reis (ex-furriel miliciano de operações especiais, CCAÇ 12, Bambadinca, 1969/71)

Foto: ©
Humberto Reis (2006). Direitos reservados.



 

 

Guiné (1969/71) > Mapa do Sector L1 / Zona Leste

Fonte: História da CCAÇ 12: Guiné 69/71. Bambadinca: Companhia de Caçadores nº 12. 1971

© Luís Graça

Sinais e abreviaturas

 NT= Nossas Tropas

 Badora, Bissari, Corubal, Cuor, Xime = Regulados

 RGeba, RCorubal = Rio Geba, Rio Corubal

 N, W, S, L= Quatro pontos cardeais: norte, oeste, sul, este

 

 IN= Inimigo

 1 = Um bigrupo (50/60 guerrilheiros)

 2 = Dois bigrupos (90/100 guerrilheiros) 

A/B =  1 grupo de artilharia (morteiro 82, canhão s/r 75 e 82) + 1  grupo especial de bazuqueiros (RGP) (Mangai…)

Zonas de instalação permanente ou temporárias  do IN ou da população sob o seu controlo (Poidon…)

Text Box:  

 

     

Unidade de quadrícula  das NT (1 companhia de artilharia)  (Xime…)

 

Destacamento de milícias (em geral 1 pelotão) em tabanca (aldeia) organizada em autodefesa (Finete…)

Tabancas sob duplo controlo (IN e NT)  em reordenamento (Nhabijões…)

 

Tabancas (em geral, fulas), organizadas em autodefesa (Sinchã Mamadjai…)

 ٭

Pelotões de Caçadores Nativos (Missirá…)

Linhas de infiltração do IN (Cuor…)

Bases, acampamentos ou outros locais de instalação permanente ou temporárias  do IN (Mangai…)

Sede do Sector L1 (comando, companhia de comando e serviços, unidade de intervenção…) (Bambadinca…)

Povoação e aquartelamento das NT (Mansambo…)

+

1 Grupo de combate (ou menos)  em defesa de pontos estratégicos (como pontes ou passagens fluviais) (Ponte dos fulas…)

Delimitação (territorial) do Sector L1 / Zona Leste (RCorubal…)

O nosso álbum de fotografias

Índice

Bambadinca > CCAÇ 2590 / CCAÇ 12 (1969/1971)

Bambadinca > BCAC 2852 (1968/1970) / BART 2917 (1970/1972) /BART 3873 (1972/1974).

 Fá (Mandinga) > PEL CAÇ NAT 63 (1969/71), 1ª Comp Comandos Africanos

 Mansambo > CART 2339 (1968/1969), CART 2714 (1970/72), CART 3493 (1972/1974)

Missirá > PEL CAÇ NAT 54 (1968/70)

(a) Um especial agradecimento  ao Humberto Reis pelo material fornecido para a construção desta página dedicada a Bambadinca

Bambadinca

CCAÇ 2590 / CCAÇ 12

 

Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Bambadinca, 1971: Capa da brochura com a história da CCAÇ 12, desenhada pelo furriel miliciano Levezinho

© Luís Graça (2005)

 

 

 Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Bambadinca > 1970 >  Outra vista aérea do aquartelamento, tirada no sentido noroeste-sudeste. Em primeiro plano, a pista de aviação, o perímetro em L de arame farpado, o campo de futebol, a antena das transmissões...

©
Humberto Reis (2006)

 

 

 

 Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Bambadinca > 1970 > Vista aérea da tabanca de Bambadinca, tirada no sentido sul-norte. Em primeiro plano, a saída (lado leste)  do aquartelamento, ligando à estrada (alcatroada) Bambadinca-Bafatá. Ao fundo, o Rio Geba Estreito. Sãoo visíveis as instalações do Pelotão de Intendência.

 

Foto do arquivo de Humberto Reis (ex-furriel miliciano de operações especiais, CCAÇ 12, Bambadinca, 1969/71)

©
Humberto Reis (2006)

 

 

 Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Bambadinca > 1970 > Entrada principal, pelo lado leste (sentido Bafatá), do aquartelamento

©
Humberto Reis (2006)

 

 

 Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Bambadinca > 1970 > Vista (parcial) da tabanca de Bambadinca, com o Rio Geba ao fundo. Ao longo da estrada

©
Humberto Reis (2006)

 

 

A caminho da Guiné  > A bordo do Niassa > Maio de 1969: Quadros metropolitanos da CCAÇ 2590 (futura CCAÇ 12), na viagem de Lisboa-Bissau (24 a 29 de Maio de 1969). Da esquerda para a direita: 2º sargento Videira, furriéis milicianos Branquinho, Levezinho,  Reis, Fernandes, Henriques e Almeida (este último já falecido)

© Luís Graça (2005)

 

 

Guiné > Zona Leste > Rio Geba >  Junho de 1969:  Um periquito numa LDG (Lancha de Desembarque Grande), vindo de Bissau, a caminho da Zona Leste (Xime-Bambadinca-Bafatá-Contuboel).

O Furriel miliciano Henriques da CCAÇ 2590 (futura CCAÇ 12) (1979/71)

"Bissau. 29 de Maio de 1969. Desembarcamos numa cidadezinha térrea, de casas de adobe, rachas de cibe e chapas de zinco, com quintais cheios de mangueiras, e onde em dois ou três quarteirões, feitos a régua e esquadro, se concentram a administração e o comércio (...)

"Três dias depois iriam dar-nos uma G-3, novinha em folha, e uma ração de combate, para de seguida nos porem no fundo duma LDG, a caminho do Leste, Rio Geba acima, escoltados por uma secção de fuzileiros navais que, à medida que o rio estreitava, batiam com fogo de morteirete a cerrada vegetação das margens (o tarrafe) até às proximidades do Xime… “Como um cão apanhado na rede”, resmungava eu sentado na capota de uma Berliet, no fundo da LDG Bombarda"...
 

© Luís Graça (2005)

 

 

Guiné > Zona Leste > Contuboel > Junho de 1969: Passeio de piroga junto à ponte de madeira de Contuboel, sobre o Rio Geba. Furriéis milicianos Henriques (CCAÇ 2590 / CCAÇ 12)  e Monteiro (CART 2479 / CART 11).

Nunca mais encontrei o meu amigo Monteiro que, segundo creio, é o  co-autor  de um livro que li e apreciei muito sobre a guerra colonial (Renato Monteiro e Luís Farinha - Guerra colonial: fotobiografia. Lisboa: D. Quixote. 1990. 307 pp). (*)

© Luís Graça (2005)

(*) Em 4 de Julho de 2005, recebi a seguinte mensagem, assinada pelo Renato Monteiro:

"Amigo Luis: Muito surpreendido por me rever numa piroga no rio Geba. Na verdade, não me lembrava desse episódio.  Não menos espantado por rever a picada do Xime e outros locais que, passado tanto tempo, ainda se encontram bem presentes na minha memória...

"Lamento, ao contrário, não ter reconhecido ninguém nas fotos nem, sequer, te referenciar. Não sei a explicação.  

 
"Sou, na realidade, co-autor do livro que referes.
 
"Fico ao teu dispor para o caso de quereres comunicar, e feliz pela Internet ter possibilitado este reencontro.
 
"Um abraço, Renato Monteiro"

 

 

Guiné > Zona Leste > Bambadinca > 1969: Uma amizade que vem da Guiné e perdura até hoje. Os ex-furriéis milicianos Levezinho, Reis e Henriques , da CCAÇ 12, no Bar de Sargentos. Conhecemo-nos no Campo Militar de Santa Margarida: foi aí que tudo começou...

© Luís Graça (2005)

 

Guiné > Zona Leste > Bambadinca > 1969:  Os furriéis milicianos Reis (à esquerda) e Henriques (à direita), da CCAÇ 12, em amena cavaqueira. Quem diria que trinta e seis anos depois, teriam mais encontros destes, mas agora no ciber-espaço ?

©  Humberto Reis (2005)

 

 

Guiné > Zona Leste > Contuboel > Junho de 1969:

 Um dos grupos de combate da CCAÇ 2590 (futura CCCAÇ 12), ainda em período de instrução da especialidade . O 2º Gr Comb era comandado pelo Alferes Miliciano Carlão que aparece na fotografia, na primeira fila, ajoelhado, olhando no sentido oposto ao do fotógrafo. De pé, na terceira fila,  os furriéis milicianos Levezinho e Reis. Na segunda fila, de pé, os 1ºs cabos Branco, Alves e Fonseca (mais conhecido pelo nome próprio, o Arménio). A este Gr Comb pertencia o Soldado  Atirador  82117869 Iero Jaló, que viria a morrer dois meses e tal depois, em 8 de Setembro de 1969, na Região do Xime, no decurso do assalto  a um acampamento do IN (Op Pato Rufia).  Não é possível localizar o Iero Jaló nesta foto de grupo. Havia dois com o mesmo nome. Além disso o grupo não estava completo. Os soldados, do recrutamento local, eram fulas e futa-fulas. Estes, em geral distinguiam-es  dos restantes pela sua elevada estatura.

Legenda do fotógrafo: "2º Grupo de Combate em Contuboel (30 Junho 69) ainda na fase da instrução. Na 1ª fila está o Carlão e atrás dele o Arménio (de alcunha o Vermelhinha, por causa da sua especialidade neste jogo limpo e honesto), na 2ª fila reconhecem-se, agachados, o Branco e o Alves (de alcunha o Alfredo) e na 3ª fila estão o Tony Levezinho e eu".

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Um grupo de combate da CCAÇ 2590 (mais tarde, CCAÇ 12) era constituído por 30 homens. Havia 4 Gr Comb. Cada grupo de combate, comandado por um alferes, tinha três secções  (1 furriel  e 1 cabo e oito soldados, estes  africanos).

Casa secção era especializada. Havia a secção dos lança-granadas, com o respectivo apontador e municiador  (1 LGFog 8.9, 1 LGFog 3.7).  Havia a secção do Morteiro 60 (apontador e municiador . E havia ainda a secção da Metralhadora Ligeira HK 21 (apontador e municiador).  Cada combatente estava equipado com a espingarda automática G-3 e granadas defensivas. Em geral havia ainda dois apontadores de dilagrama (neste caso, 1ª e 3ª secção).

©  António Levezinho (2005)

 

 

Guiné > Zona Leste > Sector L1 >  Bambadinca > 1970: Ex-furriéis milicianos Marques e Henriques da CCAÇ 12. Um dias destes vão cair numa mina anticarro com o seu grupo de combate e a sua GMC... Uma estória para contar e recordar (13 de Janeiro de 1971).

© Luís Graça (2005)

 

 

Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Finete, regulado do Cuor > 1969 ou 1970: Destacamento de milícias e aldeia em autodefesa de Finete, junto ao Rio Geba. Na foto, o autor (furriel miliciano Henriques) e dois dos soldados africanos da CCAÇ 12, do 4º Grupo de Combate, o Soldado Arvorado (mais  tarde promovido a 1º cabo) Samba Só  e o Soldado Umarú Baldé, apontador de morteiro 60 (na foto, de pé, de cachimbo; na época teria 16 ou 17 anos...).

© Luís Graça (2005)

 

 

 

 Guiné >Sector L1 > Estrada Mansambo-Xitole > 1970 > Coluna logística de Bambadinca ao Xitole, com a participação da CCAÇ 12. Alguns meses depois da grande desmatação das orlas da estrada, feitas por ocasião das Op Cabeça Rapada, o matagal continuava medonho, engolino a picada... Foto do arquivo de Humberto Reis (ex-furriel miliciano de operações especiais, CCAÇ 12, Bambadinca, 1969/71)

© Humberto Reis (2006)

 

 

 

Guiné > Zona Leste > Sector L1 >  1969 > Estrada de Bambadinca-Mansambo. O furriel miliciano Henriques e o soldado condutor auto Dalot, um dos melhores dos condutores do mundo (!). Berliet e GMC nas mãos dele, carregadas de sacos de arroz (bianda),  não ficavam atoladas na famosa estrada Bambadinca-Mansambo-Xitole. Nunca mais o vi, creio que era de Setúbal. (vd. post de 20 de Maio de 2005, em Luís Graça > Blogue-Fora-Nada >  Guiné 69/71 - XXII: O inferno das colunas logísticas na estrada Bambadinca-Mansambo-Xitole-Saltinho).

© Luís Graça (2005)

 

Guiné > Zona Leste > Sector L1 >  Estrada Bambadinca- Xime  >  A caminho do Xime, em plena estação das chuvas. O 2º  grupo de combate da  CCAÇ 12. 

"O elemento que lá aparece em primeiro plano é o 1º cabo Branco (Manuel A. Faria Branco,  da Póvoa de Varzim) do meu Grupo de Combate, o 2º da Companhia".

Guiné > Zona Leste > Sector L1 >  Estrada Bambadinca- Xitole >  A caminho do Xitole, em mais uma coluna logística. O 2º  grupo de combate da  CCAÇ 12. Em primeiro plano o furriel miliciano Reis (a).

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(a)  "A fotografia refere-se à fatídica estrada Bambadinca-Xitole e a uma das belas colunas de reabastecimento ao Xitole e Saltinho. Não se admirem os que virem aquele sujeito que está em primeiro  plano, pois era habitual eu usar um dolman camuflado que  tinha dos paraquedistas e o boné azul da força aérea que me tinha sido oferecido por um piloto de helicópteros, meu amigo" .  


©  Humberto Reis (2005)

 

 

Guiné > Zona Leste > Sector L1 >   Xime >  1970 >  Os furriéis milicianos Fernandes (primeira fila do lado direito), Reis e Sousa (segunda fila, de pé, do lado direito), juntamente com pessoal do Xime  (CART 2715, pertencente ao BART 2917 (a).

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 (a)  "Julgo que é pessoal da CART 2715 (BART 2917), e não da antecessora CCAÇ 2520, que foi e veio na mesma altura que nós (quadros metropolitanos).

"Começando da esquerda para a direita e de cima para baixo temos: o de boina já não me lembro quem era, o 2º julgo que era o fur. mil. vagomestre, os 3º, 4º e 5º também não me lembro, o 6º é o Sousa, ex-fur. mil. da CCAÇ 12 e o último sou eu (ainda com algum cabelo e sem barriga).

"Na 1ª fila não me lembro quem é o 1º, o 2º, meio careca, era o fur. mil. dos obuses (da BAC de Bissau), os 3º e 4º também não me recordo, o 5º julgo que era o fur. mil. mecânico e o 6º é o Fernandes,  ex-fur. mil. da CCAÇ 12 e actual eng. civil na antiga CUF (já nesse tempo o Fernandes tinha jeito para as obras, pois foi ele que acompanhou todo o Reordenamento dos Nhabijões, por isso, quando cá chegou foi acabar o curso, o que muitos fizeram pois tinham-nos deixado a meio e até aldrabado nas habilitações literárias para ver se se baldavam de ir bater com os costados no Ultramar)".


©  Humberto Reis (2005)

 

 

 

Guiné > Zona Leste > Sector L1 >   Bambadinca (1969) >    O ex-furriel miliciano Reis, da CCAÇ 12, frente à escola local. Ao seu lado esquerdo, um momento evocativo da passagem do BCAÇ 1888, presumivelmente da época de 1966/68


©  Humberto Reis (2005)

 

 

Guiné > Zona Leste > Sector L1 >   Rio Geba (1969) >   Quadros metropolitanos da CCAÇ  durante a "semana de campo", em exercícios do final da instrução de especialidade dos soldados africanos, 10 km a norte de Contuboel (6 a 12 de  Julho). Diz a legenda do fotógrafo: "Em 10 de Julho de 1969, numa canoa no Geba a caminho de Sonaco... Reconhecem-se da esquerda para a direita o Tony Levezinho, eu, o Moreira, o Rocha, condutor, o Rodrigues, já falecido, e o <em>djubi</em>, manobrador da canoa, de pé".


©  Humberto Reis (2005)

 

 

Guiné > Zona Leste > Sector L1 >   Xime >  1969 ou 1970 >   (i)  (à esquerda) O furriel miliciano Reis, da CCAÇ 12, junto a um Obus 107 que defendia o aquartelamento Xime (CART 2715, 1970/72);  (ii) (à direita) Obus 107, em 1972, no Xime, no tempo da CART 3494.


(i) ©  Humberto Reis (2005)  (ii) ©  Sousa de Castro (2005)

 

Guiné > Zona Leste > Bambadinca > 1969 ou 1970:     O heliporto. Havia também uma pista para outras areonaves (Dornier...).


©  Humberto Reis (2005)

 

Guiné > Zona Leste > Bambadinca > 1969 ou 1970:    A rapaziada, à civil, em Santa Helena, Bambadinca, a caminho do bife com batatas fritas  da Transmontana e das bajudas de Bafatá. Malta da CCAÇ 12 e outras unidades (a)

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"Passeio dominical à Transmontana, em Bafatá, para  ir comer o célebre bife com batatas fritas, pois batatas era um luxo na messe. Reconhecem-se na 2ª fila da esquerda para a direita: o 1º não me lembro, o 2º, de camisola azul, é o Bilocas da Cooperativa de Riba d'Ave, ex-alf.mil. dos reabastecimentos do BART 2917, o 3º, fardado, era o alf. mil de, julgo, transmissões do BART 2917 e o condutor era o Rocha da CCAÇ 12.

"Na 1ª fila são todos da CCAÇ 12 a começar pelo José Luís Vieira de Sousa, mediador de seguros no Funchal e ex fur. mil.; a seguir, o 2º é o Pedrosa, que era o fur. mil. mecânico (periquito que foi substituir o nosso 1º mecânico que era o Joaquim Moreira Gomes do Porto e que quando cá veio de férias em 69 arranjou uma cunha no Hospital Militar lá no Porto e já não voltou à Guiné); em 3º temos o Arlindo Teixeira Roda, ex fur. mil., dos Pousos-Leiria, mas agora a residir em Setúbal onde dá, ou já deu, aulas;  o 4º é este ilustre vosso servo com 23 ou 24 anos (que saudades!) e vestido de verde, eu que até sou simpatizante, de meia tigela mas sou, do SLB;  a seguir em 5º é o António Manuel Martins Branquinho, ex fur. mil., alentejano de Évora (trabalha, ou já estará aposentado, no Centro Regional de Segurança Social de Évora); e por último o ex alf. mil. José António Gonçalves Rodrigues, já falecido, e que trabalhava no Centro Regional de Segurança Social, aqui em Lisboa na Av. Afonso Costa no Areeiro".


©  Humberto Reis (2005)

 

 

Guiné-Bissau > Zona Leste > Estrada Xime - Bambadinca > 1997 :   Ponte do Rio Undunduma. A segurança desta ponte era vital para as NT. Ficava a 4km de Bambadinca e a 7 do Xime. No célebre e pavoroso ataque a Bambadinca, em 31 de Maio de 1969, o IN tentara dinamitá-la.  Desde Junho de 1969 a ponte era defendida por duas secções da CART 2520 (Xime). A partir de 16 de Dezembro de 1969 a segurança permanente passou a ser feita pelos Gr Comb da CCAÇ 12 e pelo PEL CAÇ  NAT (Bambadinca). Havia apenas abrigos individuais,  extremamente precários: bidões de areia com cobertura de chapa de zinco, e valas comunicando entre os abrigos individuais. Spínola esteve aqui em 30 de Dezembro de 1969 a apresentar cumprimentos de boas festas às NT (a).

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(a) " (...) Antiga Ponte do Rio Undunduma, captada da ponte nova, na estrada que liga Bambadinca ao Xime. Neste destacamento estava permanente um Grupo de Combate da CCAÇ 12, que vivia em buracos como as toupeiras (rodava todas as semanas). Ou melhor dizendo: eram três  apartamentos subterrâneos tipo T Zero...

"Com este destacamento passou-se um episódio que diz bem do carácter que presidia à união de todos os operacionais  (operacionais eram aqueles que iam para o mato e as sentiram assobiar e não os que viviam no bem bom dentro dos arames farpados e que nunca sentiram o medo de levar um tiro).

"Um domingo à noite estávamos a jantar na messe [, em Bmbadinca], nesse dia calhou-me estar dentro do arame, e de repente começámos a ouvir rebentamentos para os lados da ponte. Pensámos que era o destacamento que estava a embrulhar e automaticamente nos levantámos (eu e mais alguns até estávamos vestidos à civil), fomos a correr aos respectivos quartos buscar as armas e quando chegámos à parada já lá estavam alguns Unimog com os respectivos condutores à espera (ninguém lhes tinha dito nada mas a ideia foi a mesma - é a malta da ponte a embrulhar, temos de os ir socorrer ). Até um dos morteiros 81 levámos e aí vai o Fur. Mil. do PEL MORT com uma esquadra, o Lopes que era natural de Angola (tão bem organizada que era a nossa administração militar, que o colocaram na Guiné!).

"Felizmente, quando chegámos à ponte, verificámos que não era aí, mas sim 2 Km mais à frente, na tabanca de Amedalai, pelo que seguimos até lá. Escusado será dizer que quando o IN notou que chegaram reforços fechou a mala e foi embora"

©  Humberto Reis (2005) (com a colaboração do Braima Samá)

 

 

Guiné-Bissau > Zona Leste > Estrada Xime - Bambadinca > 1997 :   Ponte nova sobre o Rio Undunduma

©  Humberto Reis (2005) (com a colaboração do Braima Samá)

 

Bambadinca > CAÇ 12

BCAÇ 2852 (1968/70).

BART 2917 (1970/1972), BART 3873 (1972/1974)

 

Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Reordenamento de Nhabijões > 1970 >

O Alferes Miliciano Sapador Moreira, junto a um GMC. O Luís Moreira pertencia à CCS do BART 2917 (Bambadinca, 1970/71; e BENG, Bissau, 1971).

© Luís Moreira (2005)

 

 

 

Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Bambadinca > 1972:

Aquartelamento de Bambadinca, sede do BART  3873 (e anteriormente, entre 1970 e 1972, do BART 2917 e, antes deste, o BCAÇ 2852, entre 1968 e 1970).

Monumento aos camaradas mortos em combate e à presença das NT em Bambadinca entre 1970 e 1972, incluindo o BART 2917, Adidos, CCAÇ12, PEL CAC NAT 52, 53 e 54 e outros (a parte de debaixo do monumento é elegível).

 Presume-se que este singelo monumento tenha sido  destruído a seguir à independência.

Em Novembro de 2000, Bambadinca era sede de um batalhão do exército da Guiné-Bissau.

Ao fundo, vê-se as instalações dos oficiais. Em frente destas ficavam a dos sargentos.Este aquartelamento, novinho em folha, foi alvo de uma forte ataque do PAIGC em 31 de Março de 1969, como resposta à Op Lança Afiada, que envolveu cerca de milhar e meio de homens das NT. As instalações dos sargentos foram, por exemplo, atingidas. L.G.

©  Sousa de Castro (2005)

 

 

Guiné-Bissau > Zona Leste >  Bambadinca > 1997 > Antigas instalações dos oficiais (à direita) e dos sargentos (à esquerda). A messe de sargentos ao fundo, do lado esquerdo; a dos oficiais, à direita (a cozinha era comum). Eram excelentes instalações hoteleiras, para a época e por comparações com outros outros aquartelamentos.  A regra geral era a "bunkerização" (por ex., Mansambo).  Em 28 de Maio de 1969, quando o pessoal metropolitano da futura CCAÇ 12 estava a chegar à Guiné, Bambadinca sofreu um grande ataque do PAIGC. Quando lá passámos uns dias depois, eram ainda visíveis os impactes das granadas de morteiro (por ex., num dos quartos dos sargentos, à esquerda).

Bambadinca foi palco de trágicos acontecimentos a seguir à independência:  julgamentos populares e execução sumária, por fuzilamento, de régulos fulas, além de combatentes que estiveram integrados nas  NT. L.G.

©  Humberto Reis (2005) (com a colaboração do Braima Samá)

 

"Esta e outras fotos sobre Bambadinca e a região, incluindo o Xime, foram tiradas pelo meu amigo Zeca Braima Samá, professor lá em Bambadinca, em 1997. Eu mandava-lhe uma máquina daquelas descartáveis pelo meu amigo Ten. Cor. Danif, o filho da D. Rosa de Bafatá, dizia-lhe o que queria que ele fotografasse, e quando terminava o rolo ele ia a Bissau, pois eu mandava-lhe sempre dinheiro para isso, entregar a máquina ao Danif para ele trazer quando regressasse a Portugal.  Aqui está uma maneira expedita de fazer reportagem fotográfica por correspondência".

 

 

Guiné-Bissau > Zona Leste >  Bambadinca > 1997 :    Capela de Bambadinca e, à direita, as antigas instalações da secretaria da CCAÇ 12 (1969/71)

©  Humberto Reis (2005) (com a colaboração do Braima Samá)

 

 

Guiné-Bissau > Zona Leste >  Bambadinca > 1997 : Antigo refeitório das praças...

©  Humberto Reis (2005) (com a colaboração do Braima Samá)

 

 

Guiné-Bissau > Zona Leste >  Bambadinca > 1997 :  "O que resta da antiga escola... A professora portuguesa do nosso tempo chamava-se Dona Violeta (eu já não me lembrava do nome, o meu amigo Zeca é que mo indicou)"

©  Humberto Reis (2005) (com a colaboração do Braima Samá)

 

Guiné-Bissau > Zona Leste >  Bambadinca > 1997 :  "A antiga residência do chefe de posto (que,na época. era um cabo-verdiano)"

©  Humberto Reis (2005) (com a colaboração do Braima Samá)

 

Guiné-Bissau > Zona Leste >  Bambadinca > 1997:   "O antigo edifício dos correios... Mas legendas para quê ?! Está lá escrito na parede com as mesmas letras de há 35 anos. Daqui telefonei para Lisboa umas 3 ou 4 vezes. In ilo tempore, em que se pedia a chamada com dois  dias de antecedência e com hora marcada!"...

©  Humberto Reis (2005) (com a colaboração do Braima Samá)

 

 

 

Guiné-Bissau > Zona Leste >  Bambadinca > 1997 :    Antigas instalações do depósito de engenharia... Ficaram algumas letras no cimo da porta.

©  Humberto Reis (2005) (com a colaboração do Braima Samá)

 

 

Guiné-Bissau > Zona Leste >  Bambadinca > 1997:   "Guarita da porta de armas do lado do rio [Geba] que tinha uma inclinação de mais de 10%"

©  Humberto Reis (2005) (com a colaboração do Braima Samá)

 

 

 

 Guiné-Bissau > Região Leste > Bambadinca (1997):  Restos dos obuses de Bambadinca (Foto gentilmente cedida por Fed, disponível na sua página O mundo de Fred )

© Frederico Amorim 1998-2005

Guiné > Zona Leste > Bambadinca > 1970:    Bambadinca vista do alto de depósito de água... O Rio Geba (Estreito) ao fundo... Na foto, o ex-furriel Reis da CCAÇ 12

©  Humberto Reis (2005)

 

Guiné-Bissau > Região de Bafatá > Bambadinca > 2001: Uma presença fantasmagórica da guerra colonial... Restos de peças de artilharia (dois obuses 14) que os tugas não quiseram ou não tiveram tempo de desmontar ou destruir. No tempo da primeira comissão da CCAÇ 12 (1969/71) ainda não existia artilharia (LG) 

© David J. Guimarães (2005)

 

 

Guiné-Bissau > Província Leste > Bambadinca > 1996:  A fonte de Bambadinca


©  Humberto Reis (2005)

 

 

Guiné-Bissau > Região Leste > Estrada Bafatá-Bambadinca > 1996:   Vista de Bambadinca, ao fundo,  tirada da estrada de Bafatá. Em 1969 esta estrada (Bambadinca-Bafatá) era um troço alcatroado. Dos poucos que então havia em todo o território.


© 
Humberto Reis (2005)

 

Guiné-Bissau > Região Leste > Bambadinca > 2001:  Uma presença fantasmagórica da guerra colonial... Restos de peças de artilharia (obuses 14) que os tugas não quiseram ou não tiveram tempo de desmontar ou destruir.

© David J. Guimarães (2005)

 

Guiné-Bissau > Região Leste > Bambadinca > 2005:  "Em Bambadinca, apenas conseguimos tirar uma foto ao antigo aquartelamento, e mesmo assim à socapa... É que o sargento de dia  só permitia com autorização do capitão" (Paulo Salgado: vd. post de 19 de Outubro de 2005 > Guiné 63/74 - CCXLVII: Crónicas de Bissau (ou o 'bombolom' do Paulo Salgado) (3)  Por este antigo aquartelamento das NTandaram, entre outros, o pessoal da CCAÇ 12 (1969/71), do BCAÇ
2852 (1968/70), do BART 2917 (1970/1972), do BART 3873 (1972/74)... Por aqui passaram milhares de homens e toneladas de material de guerra, vindos de Bissau, em LDG, pelo Rio Geba, depois de desembarcados no
Xime, com destino aos diversos aquartelamentos da Zona Leste (Bafatá, Nova Lamego....). L.G.

© Paulo Salgado e João Faria (2005)

 

 

Guiné-Bissau > Região Leste > Bambadinca > 2001:   Meninos da escola e população (em frente ao edifício da escola)...

© David J. Guimarães (2005)

 

Missirá > Pel Caç Nat 52, 54 e  63

 

Vd. também Luís Graça > Bogue-Fora-Nada

 

Créditos fotográficos

©  António Levezinho > Fotos gentilmente cedidas  por  António Levezinho  ex-furriel miliciano da CAÇ 12, unidade de intervenção ao serviço do Sector L1 / Zona Leste, com sede em Bambadinca (1969/71).
© David J. Guimarães > Fotos gentilmente cedidas  por David J. Guimarães, ex-furriel miliciano da CART 2716, aquartelada no Xitole (1970/1972), e pertencente ao BART 2917, sedeado em Bambadinca.
©  Humberto Reis > Fotos gentilmente cedidas  por  Humberto Reis, ex-furriel miliciano da CAÇ 12, unidade de intervenção ao serviço do Sector L1 / Zona Leste, com sede em Bambadinca (1969/71).
© Luís Graça >  Arquivo pessoal do ex-furriel miliciano Henriques da CAÇ 12, unidade de intervenção ao serviço do Sector L1 / Zona Leste, com sede em Bambadinca (1969/71).
© Mário Armas de Sousa > Ex-furriel miliciano Sousa, do Pel Caça Nat 54, Missirá (1968/70), unidade de do Sector L1 / Zona Leste, com sede em Bambadinca.

 

©  Sousa de Castro > Fotos gentilmente cedidas  por Sousa de Castro,  o ex-1º cabo radiotelegrafista Castro,  da CART 3494 (1972/74), aquartelada no Xime (1972/73) e depois em Mansambo (1973/74),  pertencente ao   BART 3873 (1972/1974), com sede em Bambadinca.

 

 Links

Sítios sobre a Guerra colonial

Outras páginas

Sítios sobre a Guiné-Bissau

 Índice

 

 

Selecção de textos sobre a Guerra Colonial na Guiné (entre parêntesis a data e o nome do autor, sendo diferente do responsável do blogue)

Luís Graça & Camaradas > Blogue-Fora-Nada

homo socius ergo blogus [sum]. em sociobloguês nos entendemos. socioblogia. o port(ug)al dos tugas. a prova dos blogue-fora-nada. a guerra colonial. a guiné. a tertúlia dos ex-combatentes. a memória dos lugares: bambadinca, xime, xitole, mansambo, saltinho, galomaro,  bafatá, fá, missirá, enxalé, contuboel, sonaco, geba, camamudo, banjara, cantacunda, gabu, piche, barro, bigene, guidage, bissau, nhacra, mansoa, enxalé. os cacimbados. os rios geba, corubal e cacheu. o macaréu da nossa revolta. o humor nosso de cada dia nos dai hoje. lisboa e porto. aqui tão longe. aqui tão perto. lá vamos blogando e rindo. desde 8 de outubro de 2003. luis graça. e venham mais cinco.

Blogantologia(s) - XI: Guerra Colonial: Cancioneiro do Niassa (11.05.04)

Guiné 69/71 - I: Saudosa(s) madrinha(s) de guerra (23.04.04)

Guiné 69/71 - II: Excertos do diário de um tuga (1) (25.04.04)

Guiné 69/71 - III: Excertos do diário de um tuga (2) (28.04.04)

Guiné 69/71 - IV: Um Natal Tropical (07.12.04)

Guiné 69/71 - V: Convívio de antigos camaradas de armas de Bambadinca (20.04.05)

Guiné 69/71 - VI: Memórias do Xime, do Rio Geba e do Mato Cão (22.04.05) (Sousa de Castro)

Guiné 69/71 - VII: Memórias do inferno do Xime (Novembro de 1970) (25.04.05)

Guiné 69/71 - VIII: O Sector L1 (Xime-Bambadinca-Xitole): Caracterização (1) (28.04.05)

Guiné 69/71 - IX: A malta do triângulo do Xime-Bambadinca-Xitole (1)  (29.04.05)  (Humberto Reis)

Guiné 69/71 - X: Memórias de Fá, Xime, Enxalé, Porto Gole, Bissá, Mansoa (01.05.05)

Guiné 69/71 - XI: O Sector L1 (Xime-Bambadinca-Xitole) > Caracterização (2) (03.05.05)

Guiné 69/71 - XII: O silêncio dos tugas face à MGF (Mutilação Genital Feminina (04.05.05)

Guiné 69/71 - XIII: A malta do triângulo Xime-Bambadinca-Xitole  (2) (05.05.05)

Guiné 69/71 - XIV: A malta do triângulo Xime-Bambadinca-Xitole (3) (06.05.05)

Guiné 69/71 - XV: No Xime também havia crianças felizes (1) (09.05.05)

Guiné 69/71 - XVI: No Xime também havia crianças felizes (2) (10.05.05)

Guiné 69/71 - XVII: A malta do triângulo do Xime-Bambadinca-Xitole (4) (11.05.05)

Guiné 69/71 - XVIII: A malta do triângulo do Xime-Bambadinca-Xitole (5) (14.05.05) (A. Marques Lopes e outros)

Guiné 69/71 - XIX: O festival das kalash, das 'costureirinhas', dos rockets e dos katiousha (16.05.05)

Guiné 69/71 - XX: Foi você que pediu uma kalash ?  (17.05.05) (David J. Guimarães)

Guiné 69/71 - XXI:  O ataque e assalto do IN ao destacamento de Cantacaunda (1968) (18.05.05)   (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XXII: O inferno das colunas logísticas na estrada Bambadinca- Xime- Xitole- Saltinho (20.05.05)

Guiné 69/71 - XXIII: Os anjos da morte (21.05.05)

Guiné 69/71 - XXIV: O ataque ao destacamento de Banjara (1968) 25.05.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XXV: Aerogramas de amigos e camaradas (1)) (25.05.05)

Guiné 69/71 - XXVI: A malta do triângulo Xime-Bambadinca-Xitole (6) (26.05.05) (David J. Guimarães e outros)

Guiné 69/71 - XXVIII: Um ataque a Sare Banda (1968)  (28.05.05)  (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XXIX: Um ataque a Sare Ganá (1968) (28.05.05) (A.M arques Lopes)

Guiné 69/71 - XXXI: Sare Ganá, a última tabanca de Joladu (30.05.05)

Guiné 69/71 - XXXII: As aldeias fulas em autodefesa (30.05.05)

Guiné 69/71 - XXXIII: A morte no caminho para Banjara (30.05.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XXXV: Uma estória de Sinchã Jobel ou a noite em que o Alferes Lopes dormiu na bolanha (30.05.05)  (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XXXVI: Na bolanha dá para pensar... (30.05.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XXXVII: Afinal onde ficava Geba ? (31.05.05)

Guiné 69/71 - XXXIX: Sinchã Jobel II e III (03.06.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XL: Sinchã Jobel IV, V e V (03.06.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XLI: A região do Xitole, por onde andou o Nino (03.06.05) (David J. Guimarães)

Guiné 69/71 - XLIII: Antologia (1): o que era ser periquito... (04.06.05)

Guiné 69/71 - XLIV: A estória da cabra do mato to e do prémio Governador Geral (05.06.05) (David J. Guimarães)

Guiné 69/71 - XLV: Sinchã Jobel VII (05.06.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XLVI: Em memória dos bravos do Geba (05.06.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XLVII: O Alferes Lopes com os balantas (CCAÇ 3, Barro, Cacheu) (06.06.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XLVIII: Samba Culo I (06.06.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XLIX: Samba Culo II (06.06.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - L: Mancarra, a semente do diabo (07.06.05)

Guiné 69/71 - LI: Mesa-redonda: Afinal, a guerra não estava (quase) ganha? (08.06.05) (Luís Carvalhido e outros)

Guiné 69/71 - LII: Antologia (2): A fábula do jagudi e do falcão (08.06.05)

Guiné 69/71 - LIII: Notícias da CART 2339 ("Os Viriatos", Fá e Mansambo, 1968/69) (09-.06.05) (António dos Santos Almeida)

Guiné 69/71 - LIV: Cacuto Seidi, chefe da tabanca de Barro (15.06.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - LV: Notícias do Cacheu (1) (13.06.05) (Afonso Sousa / A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - LVI: Notícias da CCAÇ 12 (Xime, 1973/74) (15.06.05) (Luís Cravalhido / Humberto Reis)

Guiné 69/71 - LVII: O Cherno Rachid, de Aldeia Formosa (aliás, Quebo)  (15.06.05)

Guiné 69/71 - LIX: Esquecer a Guiné...por uma noite! (16.06.05)

Guiné 69/71 - LX: Cabral ka mori? (16.06.05)

Guiné 69/71 - LXIII: Tertúlia dos ex-combatentes da Guiné (1963/74) (17.06.05)

Guiné 69/71 - LXIV: Tão (ini)(a)migos que nós fomos! Sobre o álbum fotográfico pessoal de Amílcar Cabral (19.06.05)

Guiné 69/71 - LXV: Os momentos do fim (Junho de 1974) (19.06.05) (Américo Marques)

Guiné 69/71 - LXVI: Vasculhando os meus papéis (20.06.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - LXIX: Fotomemória(s) (21.06.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - LXXI: Antologia (3): Sócio-antropologia da família e da mulher em Geba, nos finais do Séc. XIX (21.06.05) (A. Marques Lopes) 

Guiné 69/71 - LXXII: Contuboel, Sonaco, Gabu (22.06.05) (Humberto Reis)

Guiné 69/71 - LXXIII: Antologia (4): 'Homenagem aos mortos que tombaram pela pátria': Geba, 1995 (23.06.05) (A. Marques Lopes )

Guiné 69/71 - LXXV: Minas e armadilhas (23.06.05) (David J. Guimarães)

Guiné 69/71 - LXXVI: (i) A bordo do Niassa; (ii) Chegada a Bissau (23.06.05)

Guiné 69/71 - LXXIX: Nome di bó ? Terça, simplesmente Terça! (24.06.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - LXXX: A cerimónia de despedida no Campo Militar de Santa Margarida (24.06.05)

Guiné 69/71 - LXXXI: Cartazes de propaganda dirigidos aos "homens do mato" (25.06.05)

Guiné 69/71 - LXXXII: CCAÇ 1426 (Geba, 1965/67): Presente! (26.06.05) (Belmiro Vaqueiro / A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - LXXXIII: Terras que também calquei (um ex-combatente da CCAÇ 2401, 1968/70) (27.06.05) (Fernando Gomes Carvalho)

Guiné 69/71 - LXXXVI: No 'oásis de paz' de Contuboel (1969) (28.06.05)

Guiné 69/71 - LXXXVII: A caminho da Guiné, no "Ana Mafalda" (1967) (28.06.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - LXXXVIII: O baptismo de fogo da CCAÇ 12, em farda nº 3, em Madina Xaquili  (29.06.05)

Guiné 69/71 - LXXXIX: Recordando Geba, Banjara, Camamudo, Cantacunda, Bafatá (CCAÇ 1426) (30.06.05) (Fernando Chapouto / A. Marques Lopes)

Guiné 69/71 - XC: Quem não tinha um pouco de poeta e de louco? (01.07.05) (A. Marques Lopers)

Guiné 69/71 - XCI: Antologia (6): A batalha de Guileje e Gadamael (02.07.05) (Afonso Sousa)

Guiné 69/71 - XCII: A zona tampão de Barro, Bigene, Binta, Guidage e Farim (02.07.05) (Afonso Sousa)

Guiné 69/71 - XCIII: Barro, trinta anos depois (1968-1998) (02.07.05) (Afonso Sousa)

Guiné 69/71 - XCIV: Um alfa bravo para os nossos Op TRMS (1) (02.07.05) (Afonso Sousa e outros)

Guiné 69/71 - XCV: No muito somos irmãos, no pouco... outra bandeira! (03.07.05) (Marame)

Guiné 69/71 - XCVI: Salgueiro Maia, director de jornal de caserna (07.07.05) (Jorge Santos)

Guiné 69/71 - XCVIII: Um Alfa Bravo para os nossos Op TRMS (2) (09.07.05) (Sous de Castro)

Guiné 69/71 - XCIX: Estórias do Xitole: 'Com minas e armadilhas, só te enganas um vez' (10.07.05)  (David J. Guimarães)

Guiné 69/71 - CVII: Bibliografia de uma guerra (3) (12.07.05) (Jorge Santos)

Guiné 69/71 - CVI: Bibliografia de uma guerra (2) (12.07.05) (Jorge Santos)

Guiné 69/71 - CV: Bibliografia de uma guerra  (1) (12.07.05) (Jorge Santos)

Guiné 69/71 - CVIII: Welcome aboard, captain ! (CCAÇ 3493, Mansambo, 1972) (13.07.05)

Guiné 69/71 - CIX: Antologia (7): Os bravos de Madina do Boé (CCAÇ 1790) (17.07.05)

Guiné 69/71 - CXII: Mais estórias do Xitole (CART 2716, 1970/72) (18.07.05) (David J. Guimarães)

Guiné 69/71 - CXIII: Piçarra Mourão, militar e escritor (CART 1525, Bissorã, 1966/67) (19.07.05)  (A. Marques Lopes)

Guiné 63/74 - CXVII: Antologia (8): Dossiê Guiné (Vida Mundial, 1971) (1ª Parte) (22.07.05)  (A. Marques Lopes)

Guiné 63/74 - CXXI: Bibliografia da guerra no feminino (1) (23.07.05) (c/ a colaboração de Jorge Santos)

Guiné 63/74 - CXXV: Homenagem aos mortos da minha terra (Lourinhã, 2005) (24.07.05)

Guiné 63/74 - CXXVI: Antologia (11): Cabo Verde (1941/1943) (26.07.05)

Guiné 63/74 - CXXVII: Com os jornalistas chineses nas 'regiões libertadas' (1972) (27.07.05)  (A. Marques Lopes)

Guiné 63/74 - CXXVIII: Bibliografia de uma guerra (10): Segredos do PAIGC (28.07.05)  (A. Marques Lopes)

Guiné 63/74 - CXXIX: Cem pesos, manga de patacão, pessoal! (28.07.05) (c/ a colaboração de Jorge Santos e outros)

Guiné 63/74 - CXXX: A CAÇ 12 em operação conjunta com a CART 2339 e os paraquedistas (Agosto de 1969) (30.07.05)

Guiné 63/74 - CXXXI: As grandes operações de limpeza (Op Lança Afiada, Março de 1969 (31.07.05)

Guiné 63/74 - CXXXIII: O desastre do Cheche, na retirada de Madina do Boé (5 de Fevereiro de 1969) (02.08.05) (c/ colaboração de Humberto Reis)

Guiné 63/74 - CXLVI: Setembro/69 (Parte I) - Op Pato Rufia ou o primeiro golpe de mão da CCAÇ 12 (8.8.05)

Guiné 63/74 - CXLVII: Malan Mané, guerrilheiro, vinte anos, mandinga (9.8.05)

Guiné 63/74 - CLXX:  As heróicas GMC e os malucos dos seus condutores  (CCAÇ 12, Septembro de 1969)  (11.08.05)

Guiné 63/74 - CXLIX: Antologia (15): Lembranças do chão manjaco (Do Pelundo ao Canchungo)  (11.08.05) (João Tunes)

Guiné 63/74 - CLXXIII: Informação & Propaganda: os 'grandes' repórteres de guerra (16.8.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 63/74 - CLXXXI: Antologia (18): Um domingo no mato, em Ganjolá  (8.9.05)

Guiné 63/74 - CCV: 1 morto e 6 feridos graves aos 20 meses (CCAÇ 12, Janeiro de 1971) (23.9.05)

Guiné 63/74 - CCXXVI: Guerra limpa, guerra suja (1) (30.9.05) (João Tunes)

Guiné 63/74 - CCXXVIII: Estórias do Xitole: Tangali e o quico do furriel Fevereiro (1.10.05) (David Guimarães)

Guiné 63/74 - CCXXX: Crónicas de Bissau (ou o 'bombolom' do Paulo Salgado) (1) (5.10.05) (Paulo Salgado)

Guiné 63/74 - CCXXXII: Os sitiados de Guileje (6.10.05) (João Tunes)

Guiné 63/74 - CCXXXV: Uma estória comovente de camaradagem: o Carvalhido e o Freixinho (10.10.05) (Luís Carvakhido)

Guiné 63/74 - CCXXXVIII: As estranhas noites de Sare Gana (11.10.05)

Guiné 63/74 - CCXLI: Mininus di Nha Tera (poema de Nelson Medina, em kriol) (14.10.05) (A. Marques Lopes)

Guiné 63/74 - CCXLII: A galeria dos meus heróis (2): Iero Jau (14.10.05)

Guiné 63/74 - CCXLIV: Ansumane, caçador de crocodilhos (conto tradicional) (17.10.05) (Virgínio Briote)

Guiné 63/74: CCLIX: Estórias  do outro lado: Ana, a enfermeira do Morés  (31 de Outubro de 2005) (Virgínio Briote)

Guiné 63/74 - CCLX: Ana/Siga ou as mulheres do PAIGC de que nunca se fala (31 de Outubro de 2005) (Virgínio Briote)

Guiné 63/74 - CCLXII: Memórias de um comando em Barro (Partes I, II e III) (1 de Novembro de 2005) (Virgínio Briote)

 

Outras páginas

Associação Nacional de Cruzeiros > Batalhas e Combates da Marinha Portuguesa > Conakry, 22 de Novembro de 1970

Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra  (APVG)

CCAÇ. 13 - Os Leões Negros (1969/1971)

CCAÇ. 14 - Farim (1969/1974)

CCAÇ 3378 - Os Kimbas do Olossato (1971/1973)

Centro de Documentação 25 de Abril, Universidade de Coimbra > Treze anos de guerra > Intervenientes > Guiné

Fórum Armada > Guiné 1973: Um Natal diferente... ou uma estória fabulosa de amor e de nobreza

Fundação Mário Soares > Dossier Amílcal Cabral (1924-1973)

Guiné: Gadamael, Guidage e Guiledje: os G que decidiram o final do império colonial  (por Leopoldo Amado, historiador guineense)

J.M. A Santos > Página pessoal > A Guerra Colonial Portuguesa (1961-1974)

Sapo > Sociedade > Grupos e Associações > Antigos Combatentes

Vidas Lusófonas > Amílcar Cabral (1924-1973)

Viriatus - Miniaturas e Figuras Militares > Campanhas Ultramarinas, 1961-1974 > Armamento
 

 
 

Sítios sobre a Guiné-Bissau

AD - Acção para o Desenvolvimento (ONG guineense, fundada por Carlos Schwarz)

Africanidades > A África vista por um branco (Blogue de Jorge Neto, jornalista freelancer, membro da nossa tertúlia)

Agência Bissau Média e Publicações (ABMP)

Associação para a Cooperação entre os Povos (ACEP)  > Parceiros na Guiné-Bissau

Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AUL)

Bolanha - Associação Guineense de Quadros e Estudantes

CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Guiné-Bissau.com > Portal noticioso

Guiné - Bissau: Contributo > Página pessoal de Fernando Casimiro (Didinho)

Guinée-Bissau.net > Bissau, capital da Guiné-Bissau (em francês)

Guinée-Bissau.net > Etnias da Guiné-Bissau (em francês)

Guinée-Bissau.net > Fotos da Guiné-Bissau (1995-2002) (em francês)

Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD) > Guiné-Bissau

Missão Zoológica na Guiné (1944/1946) 

Mundo do Fred > Guiné-Bissau (Album de fotos)

Nóbrega, Álvaro (2003) - A luta pelo poder na Guiné-Bissau. Lisboa: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCPS). Universidade Técnica de Lisboa (UTL). 2003. 333 pp. (c. € 15).

Notícias Lusófonas, as notícias do mundo lusófono

Padre Mário de Oliveira > Publicações > Como eu fui expulso de Capelão Militar (Edições Margem, 1995); Mas à África, senhores, por que lhe dais tantas dores  ? (Campo das Letras, 1997)

 Vinte e anos depois de ter sido expulso do Exército Colonial onde era capelão, o Padre Mário de Oliveira, volta à Guiné e escreve Mas à Africa, senhores, por que lhes dais tantas dores ? ... Neste livro, de menos de 100 páginas,  ele reúne as oito crónicas que escreveu numa semana escreveu oito crónicas. Nelas vêm ao de cima a revolta e a esperança.

PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) > Regiões > Bafatá

Plataforma Bafatá - Cidade de Amílcar Cabral

"Esta Plataforma pretende promover uma campanha de angariação de fundos destinados única e exclusivamente à recuperação da cidade de Bafatá , berço do maior herói nacional, Amílcar Cabral.

"Rodeada de belos planaltos, quase únicos num país caracterizado pelas suas vastas planícies, Bafatá, a cidade que outrora foi tão bela e opulenta, vive hoje submersa num profundo estado de abandono e decadência. Convertida no que se poderia designar uma cidade fantasma, abandonada pelos seus filhos, Bafatá apresenta um quadro desolador onde as casa cobertas de poeira já não permitem sequer adivinhar as vivas cores que um dia tiveram, enquanto os solenes edifícios históricos sucumbem à ruína à espera de melhores dias.

"Não menos desolador é o ambiente que rodeia os edifícios em decadência, que parecem competir com o caos provocado pelo crescente amontoamento de lixo, sucata e ferro velho nas principais ruas da cidade".

Fonte: Com a devida vénia, © Plataforma de Bafatá (2005)

Vd. Mais fotos de Bafatá

Endereço de e-mail: plataformabafata@hotmail.com  .

Provérbios crioulo-guineenses 

Camarada, não faças como o macaco que não fala... para não pagar imposto ( Sancu nega papia pa ka paga dasa = o macaco não fala para não pagar imposto). 217 provérbios no delicioso crioulo da Guiné. Página localizada no sítio da Universidade de Brasília.

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República da Guiné-Bissau > Portal Nacional

Tchando, músico, página pessoal > Mapa etnográfico da Guiné-Bissau

Vd. também Luís Graça > Bogue-fora-nada

 
 
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Última actualização:  25 de Maio  de 2007  / Last update: May, 25,  2007

© Luís Graça (1999-2007) .  E-mail: luis.graca@ensp.unl.pt

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