Corpo Docente

Apresentação

Teresa Magalhães é Professora Auxiliar Convidada na Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA  de Lisboa e lidera os cursos de Gestão Hospitalar e Digital Health. A sua investigação foca-se na promoção da saúde/transformação digital como uma alternativa para promover a eficiência dos sistemas de saúde. Recentemente desenvolveu o ensino em Digital Health ao criar cursos internacionais reconhecidos na rede da Academia RIS de Saúde do EIT – European Institute of Innovation & Technology. As suas principais áreas de investigação são:  saúde digital, telesaúde, telemedicina; modelos preditivos, principalmente na área da cardiologia; sistemas de informação na saúde e modelos eficientes de administração hospitalar.

Teresa Magalhães foi Presidente do Conselho Executivo do Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa e membro do Conselho do Centro Hospitalar de Setúbal (CHS). Foi também conselheira do Presidente da Direção do Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN) na área de inovação e tecnologias de informação. Foi administradora hospitalar do departamento de sangue e vasos e do departamento de pediatria no CHLN e de serviços operacionais no CHS. Foi também consultora sénior na Accenture.

Teresa Magalhães é doutorada em Saúde Pública, na área de Política, Gestão e Administração da Saúde, pela Universidade NOVA de Lisboa. Tem especialização em Administração Hospitalar pela Escola Nacional de Saúde Pública - NOVA e licenciatura em Informática de Gestão do ISLA (1995).

  • Professora Auxiliar Convidada na Escola Nacional de Saúde Pública - NOVA e lidera os cursos de Gestão Hospitalar e Digital Health. A sua investigação foca-se na promoção da saúde/transformação digital como uma alternativa para promover a eficiência dos sistemas de saúde. Recentemente desenvolveu o ensino em Digital Health ao criar cursos internacionais reconhecidos na rede da Academia RIS de Saúde do EIT – European Institute of Innovation & Technology. As suas principais áreas de investigação são: saúde digital, telesaúde, telemedicina; modelos preditivos, principalmente na área da cardiologia; sistemas de informação na saúde e modelos eficientes de administração hospitalar;
  • Foi Presidente do Conselho Executivo do Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa e membro do Conselho do Centro Hospitalar de Setúbal (CHS). Foi também conselheira do Presidente da Direção do Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN) na área de inovação e tecnologias de informação. Foi administradora hospitalar do departamento de sangue e vasos e do departamento de pediatria no CHLN e de serviços operacionais no CHS. Foi também consultora sénior na Accenture;
  • Doutorada em Saúde Pública, na área de Política, Gestão e Administração da Saúde, pela Universidade NOVA de Lisboa. Tem especialização em Administração Hospitalar pela Escola Nacional de Saúde Pública - NOVA e licenciatura em Informática de Gestão do ISLA (1995).
  • Magalhães, T.; Lopes, S.; Seixo F.; Pinto, F.J.; Gomes, J. (2017) - Avoidable mortality in acute myocardial infarction at hospital level: where to look for answers? European Heart Journal . 38 ( Supplement ), 63.
  • Magalhães, T., Lopes, S., Gomes, J., & Seixo, F. (2015) - The Predictive Factors on Extended Hospital Length of Stay in Patients with AMI: Laboratory and Administrative Data. Journal of Medical Systems, 40(1), 1–7. doi:10.1007/s10916-015-0363-7.
  • Magalhães, T., et al (2015): The Length of Hospital Stay in Acute Myocardial Infarction: A Predictive Model with Laboratory and Administrative Data. In Á. Rocha: New Contributions in Information Systems and Technologies. Advances in Intelligent Systems and Computing 353. Springer International Publishing. Pág. 257-264.
  • Baptista, C.; Magalhães, T.; Chaves, I. (2015) - A Identificação de Desperdício de Medicamentos em Ambiente Hospitalar. Revista de Gestão Hospitalar. Enviada para publicação.
  • Nanclares, J.; Magalhães, T. (2013) – A importância de sistemas de informação no controlo de gestão em organizações de saúde. eSaude – Magazine dos Sistemas de Informação na Saúde. No 3.
  • Desenvolvimento de um modelo de análise de custos e proveitos (Altran, 2013-2015)