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Perguntas e resposta sobre Coronavírus (COVID-19) | Plano de Contingência | Mensagem do Reitor

A principal preocupação da NOVA e da ENSP  é a segurança da sua comunidade académica.

 

PERGUNTAS E RESPOSTAS

O que é um coronavírus?

Os Coronavírus são uma família de vírus conhecidos por causar doença no ser humano e são bastante comuns em todo o mundo. O COVID-19 é uma doença causada por uma nova estirpe de coronavírus identificada na cidade de Wuhan (China) em dezembro de 2019.
O período de incubação do COVID-19 é de 2 a 14 dias. Isto significa que se uma pessoa permanecer bem 14 dias após contactar com um caso confirmado de COVID-19, é pouco provável que tenha sido contagiada.
Após exposição a alguém infetado com COVID-19, podem surgir os seguintes sintomas:

  • Tosse
  • Dificuldade respiratória
  • Febre

De forma geral, estas infeções podem causar sintomas mais graves em pessoas com sistema imunitário mais fragilizado, pessoas mais velhas, e pessoas com doenças crónicas como diabetes, cancro e doenças respiratórias.

Como se transmite o COVID-19?

Pelo que é conhecido de outros coronavírus, a transmissão do COVID-19 acontece quando existe contacto próximo (área até 2 metros) com uma pessoa infetada. O risco de transmissão aumenta quanto maior for o período de contacto com uma pessoa infetada.
As gotículas produzidas quando uma pessoa infetada tosse ou espirra (secreções respiratórias que contêm o vírus) são a via de transmissão mais importante.
Existem duas formas através das quais uma pessoa pode ficar infetada:

  • As secreções podem ser diretamente expelidas para a boca ou nariz das pessoas em redor (área até 2 metros) ou podem ser inaladas para os pulmões;
  • Uma pessoa também pode ficar infetada ao tocar em superfícies ou objetos que possam ter sido contaminados com secreções respiratórias e depois tocar na sua própria boca, nariz ou olhos.

Como se previne a transmissão da infeção?

Atualmente não há vacina contra o COVID-19. A melhor maneira de prevenir a infeção é evitar a exposição ao vírus.

Existem princípios gerais que qualquer pessoa pode seguir para prevenir a transmissão de vírus respiratórios:

  • Lavar as mãos com frequência – com sabão e água, ou esfregar as mãos com gel alcoólico se não for possível lavar as mãos. Se as mãos estiverem visivelmente sujas, devem ser usados preferencialmente sabão e água.
  • Cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel descartável sempre que for necessário assoar, tossir ou espirrar. O lenço de papel deverá ser descartado num caixote do lixo e, em seguida deverão ser lavadas as mãos. Na ausência de um lenço de papel descartável, poder-se-á tossir para a prega do cotovelo. Nunca se deve tossir nem espirrar para o ar ou para as mãos.
  • As pessoas que sintam tosse, febre ou dificuldade respiratória devem permanecer em casa e não se deslocar para o seu local de trabalho, escolas dos filhos ou estabelecimentos de saúde.
  • Os alunos, colaboradores e visitantes devem lavar as mãos:
    • Antes de sair de casa
    • Ao chegar à Faculdade/Instituto/Escola
    • Após usar a casa de banho
    • Após intervalos e atividades desportivas
    • Antes das refeições, incluindo lanches
    • Antes de sair da Faculdade/Instituto/Escola
  • Utilizar um gel alcoólico que contenha pelo menos 60% de álcool se não for possível lavar as mãos com água e sabão.
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca sem ter lavado as mãos.
  • Evitar contacto próximo com pessoas com tosse, febre ou dificuldade respiratória.
  • Limpar e desinfetar frequentemente objetos e superfícies de utilização comum.
  • Se tiver sintomas ou dúvidas contactar a Linha SNS24808 24 24 24. Não deslocar-se diretamente para nenhum estabelecimento de saúde.
  • Consultar regularmente informação em www.dgs.pt

uso de máscaras de proteção na população em geral, estudantes ou colaboradores não está recomendado, uma vez que não há qualquer evidência de benefício do seu uso fora de estabelecimentos de saúde.

Voltei recentemente de uma viagem ao estrangeiro. O que devo fazer?

A NOVA tem em conta as orientações da Direção-Geral da Saúde e da Organização Mundial da Saúde sobre o COVID-19. De acordo com o Plano de Contingência da NOVA para a Doença por Coronavírus (COVID-19), todos os alunos e colaboradores que regressem de uma área com transmissão comunitária ativa do novo coronavírus, incluindo:

  • Alemanha (Estados de: Baden-Württenberg, Baviera e Renânia do Norte-Vestefália)
  • Espanha (Comunidades Autónomas de: Catalunha, La Rioja, Madrid e País Basco)
  • França (Regiões de Grand Est e Ilha de França)
  • Itália
  • China
  • Coreia do Sul
  • Irão
  • Japão
  • Singapura

devem, por princípio de precaução de saúde pública, respeitar um período de isolamento profilático domiciliário de 14 dias de isolamento após o seu regresso, durante o qual deverão vigiar o eventual aparecimento de sintomas (tosse, febre ou dificuldade respiratória).

Os que se encontrem nestas circunstâncias deverão, durante esse período:

  • Estar atentos ao aparecimento de febre, tosse ou dificuldade respiratória, no próprio ou nas pessoas com quem convive de perto;
  • Medir a temperatura corporal duas vezes por dia e registar os valores;
  • Lavar frequentemente as mãos, sobretudo antes das refeições e após uso da casa de banho;
  • Telefonar para a Linha SNS24 (808 24 24 24) caso surja algum dos sintomas referidos (no próprio ou nos seus conviventes), e seguir as orientações.

O que fazer se um(a) estudante ou colaborador(a) tiver sintomas e tiver estado potencialmente exposto ao COVID-19 (viagem ou contacto com caso confirmado)?

Todos os estudantes e colaboradores devem ser instruídos para reportarem ao ponto focal designado o seu estado de saúde se tiverem tosse, febre ou dificuldade respiratória.

Se for identificado(a) um(a) estudante ou colaborador(a) potencialmente suspeito(a) de infeção por COVID-19, este(a) não se deve deslocar aos serviços de saúde. Deverão ser seguidos os seguintes passos:

  • Permanecer numa sala ou gabinete designado de forma a manter-se afastado(a) dos outros colegas e evitar o contágio.
  • Contactar a Linha SNS24808 24 24 24 e explicar pormenorizadamente os sintomas e o histórico recente de viagens. Devem ser seguidas todas as orientações dadas.
  • Proteger a boca e o nariz quando tosse ou espirra, com um lenço descartável que deve ser deitado fora.
  • Evitar tocar em pessoas, superfícies e objetos.
  • A sala ou gabinete designado para o afastamento social do caso suspeito deve ser ventilada e deve ser limpa e desinfetada depois da pessoa a ter abandonado.
  • Se o caso suspeito necessitar de utilizar instalações sanitárias, deverá usar uma casa de banho separada, se disponível.
  • Não são necessárias medidas de controlo para as pessoas que estiveram em contacto com o caso suspeito enquanto são aguardados os resultados laboratoriais para COVID-19.
  • Não é necessário evacuar ou encerrar o estabelecimento de ensino, na ausência de exames laboratoriais confirmatórios.

Devem os alunos residentes manter-se nas residências da NOVA?

Devem apenas deixar as Residências da NOVA aqueles estudantes que o possam fazer nas melhores condições de segurança e saúde pública, nomeadamente no que diz respeito à situação em que o seu destino de regresso se encontra.

Recordamos que a contenção desta pandemia está nas mãos de todos nós, pelo que cabe a cada um uma atitude responsável, em conformidade com as orientações definidas pelas autoridades de saúde.

 

 

 

 

Plano Contingência (12_03_20)
Noticias de imprensa - COVID-19 | ENSP

Acompanhe todas as notícias no site do Barómetro

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18 DE ABRIL

Mulheres e pessoas em teletrabalho mais ansiosos e tristes com a pandemia

 

Confinamento levou ao maior consumo de álcool e comida pouco saudável

  • As mulheres são as que se assumem mais afetadas pela ansiedade provocada pela mudança de hábitos a que nos levou o covid-19. Esta é a conclusão da primeira edição do barómetro feito pela Escola de Saúde Publica da Nova, em parceria com o DN. | DN | RTP

 

Pandemia já afetou a saúde mental de mais de 80% dos portugueses

  • A pandemia já afetou a saúde mental de mais de 80% dos portugueses, em consequência do confinamento e distanciamento social. A conclusão é de um inquérito da Escola Nacional de Saúde Pública.
    Declarações de Sónia Dias, coordenadora do estudo. | Renascença |

 

17 DE ABRIL

Número médio de contágios por infectado “está perto de um”, mas é cedo para reverter todas as medidas de contenção

  • “Há um decrescimento de R0 e isso é claro. O valor de um é a referência: um caso para um caso”, começa por explicar Carla Nunes, especialista em epidemiologia e estatística da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa (ENSP-NOVA) | PÚBLICO

 

A Saúde Ocupacional e o risco de COVID-19

  • Barómetro Covid-19: Questionário Saúde Ocupacional O último estudo do Barómetro Covid-19 da Escola Nacional de Saúde Pública mostra que mais de 60% dos casos suspeitos em profissionais de Saúde não foram submetidos a vigilância ativa e apenas 1/4 realizou o teste nas primeiras 24h. | Postgraduate Medicine |

 

15 E 16 DE ABRIL

Coronavirus: por qué Portugal tiene un número de fallecidos 32 veces menor que su vecino España (y el inusual papel de su clase política)

  • Prof. Alexandre Abrantes, em entrevista à BBC Mundo, fala sobre a diferença da taxa de mortalidade por Covid-19 entre Portugal e Espanha, dois países vizinhos | BBC 

 

Mais 60% dos casos suspeitos em profissionais não foram submetidos a vigilância ativa

  • O mais recente Barómetro Covid-19 da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) revela que mais de 60% dos casos suspeitos em profissionais de saúde não foram submetidos a vigilância ativa e apenas 1/4 realizou o teste nas primeiras 24h | Tempo Medicina |Visão | Sol | Sapo | Jornal de Notícias |TSF | Público | Jornal i

 

11 DE ABRIL

O ex-ministro da Saúde e professor da Escola Nacional de Saúde Pública explica como podemos voltar ao normal no pós-covid19.Entrevista a Adalberto Campos Fernandes.

  • Prof. Adalberto Campos Fernandes, fala sobre vários temas ligados à pandemia como a política de máscaras, a mortalidade e o regresso à normalidade |Diário de Notícias 

 

10 DE ABRIL

Inquérito revela que portugueses acreditam que contrair coronavírus “só acontece aos outros”.

  • Um inquérito da Escola Nacional de Saúde Pública, da Universidade Nova de Lisboa, concluiu que há portugueses que acreditam que contrair coronavírus só acontece aos outros. Segundo os dados, resultantes de 157 | Notícias de Sines | Noticias de Coimbra |

 

9 DE ABRIL

Barómetro COVID-19 lança questionário focado na proteção dos profissionais de saúde

  • O Barómetro COVID-19, projeto de investigação da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA de Lisboa (ENSP-NOVA), anunciou uma nova área de investigação, focada na Saúde Ocupacional dos profissionais de saúde | News Farma

 

8 DE ABRIL

Somos todos cidadãos corresponsáveis pela saúde coletiva – entrevista a Vasco Ricoca Peixoto 

  • O surto pelo vírus SARS-CoV-2 fez ressurgir a questão da legitimidade do isolamento ou tratamento compulsivo | Jornal Médico

 

5 DE ABRIL

Curva “Errática”” da Epidemia de COVID-19 em Portugal, intriga epidemiologistas

  • Carla Nunes, Diretora da ENSP-NOVA, comenta a curva da epidemia e destaca a variável mais difícil de medir: a dos contactos entre as pessoas | Público

 

3 DE ABRIL 

Coronavírus – Idas às urgências dos hospitais caíram 45%

  • Os portugueses estão a evitar ir às urgências hospitalares por causa da pandemia. É o que revela um estudo elaborado pela Escola Nacional de Saúde Pública relativo ao mês de março. As idas às urgências dos hospitais caíram 45 por cento na comparação média com os últimos anos | Antena 1 – Notícias Correio da Manhã | PúblicoSOL

 

Estudo aponta taxa de letalidade do coronavírus de 2,3% em Portugal no mês de março

  • Trabalho “Um mês em tempos de covid-19” analisou os números da DGS desde o registo do primeiro caso de infeção. A pandemia de covid-19 em Portugal registou até 30 de março uma taxa de letalidade de 2,3%, com 187 mortes em 8. Correio da Manhã

 

Portugal terá 14 casos de Covid-19 por cada 100 em Itália, diz estudo

  • Balanço da ENSP-NOVA aponta para uma redução na taxa de crescimento de novos casos em Portugal e afastamento da realidade espanhola. Executive Digest

 

26 DE MARÇO

Portugal mais rápido a tomar medidas do que Itália, Espanha e Reino Unido – estudo

  • Barómetro Covid-19, uma parceria ENSP-NOVA/Expresso, mostra que Portugal foi mais rápido a tomar medidas de combate à Covid-19 do que Espanha, Itália e Reino Unido – Visão | Rádio Renascença
  • Diretora da ENSP da NOVA, Professora Carla Nunes, na Grande Entrevista da RTP – RTP

 

23 DE MARÇO

Barómetro vai acompanhar e analisar evolução da pandemia em Portugal

  • ENSP-NOVA lança questionário para acompanhar e analisar evolução da pandemia em Portugal –  Executive DigestSábado 

 

19 DE MARÇO

Por cada 100 casos em Itália, Portugal terá 7

 

“Esta quinta-feira foi um bom dia estranho”

  • Carla Nunes, da ENSP-NOVA, fala dos principais resultados do modelo que estima que, em média, por cada 100 casos de covid-19 em Itália, Portugal terá sete casos |  Público