Pós-Graduação

Medicina do Trabalho

Desenvolva conhecimentos e competências para participar na definição de estratégias globais de proteção e promoção da saúde dos trabalhadores
Mestrado

Promoção da Saúde

Atue em projetos de mudança para promover a melhoria da qualidade de vida
Doutoramento

Saúde Pública

Com o objetivo de fornecer um contributo científico original e inovador na área da Saúde Pública
Mestrado

Saúde Ocupacional

Oportunidade de definir políticas e medidas para a qualidade da saúde dos trabalhadores nos locais de trabalho
Licenciatura

Global Public Health

Formação que responde aos desafios contemporâneos da saúde pública.

Estudar na ENSP NOVA

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Testemunhos

A motivação para estudar na ENSP NOVA partiu da vontade de compreender mais aprofundadamente o funcionamento do ecossistema de saúde português e, nomeadamente, da sua aplicação na aprovação de medicamentos. O facto de as aulas funcionarem num registo híbrido adapta-se à vida profissional ativa enquanto responsável de Acesso ao Mercado de uma empresa da indústria farmacêutica. A diversidade de experiência dos docentes e dos participantes torna as sessões colaborativas e dinâmicas.

Marta Rodrigues

Public Affairs Lead – Ipsen Portugal

image Marta Rodrigues

Na ENSP NOVA encontrei muito mais do que um espaço de aprendizagem, encontrei um lugar onde pude crescer a vários níveis. Do mestrado ao doutoramento, integrei projetos nacionais e internacionais, que resultaram em publicações e comunicações em conferências. Assumi também responsabilidades como presidente da Associação de Estudantes e membro do Conselho Pedagógico, contribuindo com iniciativas que marcaram a vida da nossa comunidade. A proximidade com docentes, investigadores e colegas tornou esta experiência única, criou uma ligação duradoura à ENSP NOVA e reforçou a confiança no caminho que escolhi seguir.

Francisco Madeira

Estudante de Doutoramento

image Francisco Madeira

A Pós-Graduação foi essencial para complementar a minha formação em Ciências Farmacêuticas. As aulas, materiais e exemplos práticos proporcionaram uma visão ampla da Economia da Saúde que me motivou a ingressar no doutoramento em Saúde Pública na ENSP NOVA. Além do conhecimento adquirido, a partilha de experiências entre os colegas foi enriquecedora. O curso impulsionou a minha carreira, permitindo-me compreender melhor o sistema de saúde e evoluir como farmacêutica hospitalar e agora como bolseira de investigação.

Ana Rita Santos

Health Economics Researcher – Value for Health CoLAB

image Ana Rita Santos

O meu percurso na ENSP NOVA começou há 4 anos ao ingressar no mestrado de Saúde Pública, tendo vindo a consolidar-se até à minha entrada no Doutoramento. Ao longo deste caminho, tive a oportunidade de integrar projetos de investigação, nacionais e internacionais, que contribuíram de forma decisiva para o meu crescimento académico e profissional, permitindo-me construir uma rede de contactos sólida e diversificada. Participei ativamente na vida associativa da escola, uma experiência enriquecedora, não só pelo trabalho em equipa e espírito de comunidade, mas também pela possibilidade de representar e contribuir para a melhoria contínua do percurso estudantil na ENSP NOVA. A ENSP NOVA é são só um espaço de aprendizagem, como também um espaço de pertença, de crescimento e de transformação. E é com enorme orgulho que faço parte desta comunidade.

Mariana Corda

Estudante de Doutoramento

image Mariana Corda

Notícias e Eventos

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image ENSP NOVA lança nova edição da Pós-Graduação em Mutilação Genital Feminina
Notícia

A Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA de Lisboa (ENSP NOVA) lançou uma nova edição da Pós-Graduação em Mutilação Genital Feminina (MGF), reforçando o seu compromisso com a defesa dos direitos humanos, a igualdade de género e a saúde pública.

Na sessão de abertura oficial, a diretora da ENSP NOVA, Sónia Dias, sublinhou que este curso “representa mais do que um programa formativo: é um compromisso do país, das instituições públicas, da sociedade civil e da academia com a resposta a uma prática que constitui uma violação grave dos direitos humanos, uma forma de violência de género e um sério problema de saúde pública”.

A Pós-Graduação resulta de uma parceria estratégica entre a ENSP NOVA e várias entidades públicas com intervenção direta nas áreas da saúde, igualdade e migrações, refletindo uma abordagem integrada e intersetorial a este problema de saúde pública e de direitos humanos. A formação conta com a colaboração de entidades como a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e a Direção-Geral da Saúde (DGS), bem como com o envolvimento das áreas governativas responsáveis pela Saúde, Igualdade e Imigração, reforçando a articulação entre políticas públicas, prática profissional e produção de conhecimento académico. A sessão de abertura contou com a presença da Secretária de Estado Adjunta da Saúde e Igualdade.

A mutilação genital feminina continua a afetar meninas e mulheres em vários contextos, incluindo em Portugal, onde residem comunidades provenientes de países onde esta prática se mantém. As consequências físicas, psicológicas e sociais da MGF são profundas e, em muitos casos, irreversíveis, exigindo respostas qualificadas, coordenadas e culturalmente sensíveis.

Formação especializada para uma intervenção qualificada

A pós-graduação dirige-se a profissionais de saúde e técnicos que, no seu exercício profissional, desempenham um papel central na identificação, acompanhamento e proteção de mulheres e meninas em risco. Segundo a diretora da ENSP NOVA, “nenhuma intervenção poderá ser verdadeiramente eficaz sem profissionais formados, informados e capazes de atuar com sensibilidade cultural, rigor clínico e segurança jurídica”.

A primeira edição do curso demonstrou impactos muito positivos, com elevados níveis de satisfação entre os formandos e contributos claros para a prática profissional. “Vimos como esta formação fortaleceu redes institucionais, aproximou parceiros e trouxe maior coerência à intervenção no terreno”, destacou.

Uma edição mais robusta e alinhada com as necessidades do terreno

A nova edição da Pós-Graduação em Mutilação Genital Feminina apresenta conteúdos científicos atualizados e uma abordagem ainda mais integrada e interdisciplinar. Foram reforçadas áreas como a gestão de projetos, a articulação interinstitucional e a valorização da perspetiva de parceiros comunitários, técnicos e clínicos.

“Hoje, mais do que formar profissionais, estamos a formar referenciais: pessoas que irão multiplicar conhecimento, apoiar equipas, desenvolver projetos e dar continuidade ao esforço nacional de prevenção e erradicação da MGF”, afirmou a diretora.

A ENSP NOVA reafirma, com esta formação, o papel da academia na produção de conhecimento, na capacitação de profissionais e no apoio a políticas públicas baseadas em evidência científica. “Assumimos plenamente a responsabilidade de mobilizar conhecimento e apoiar decisões fundamentadas em dados e não em perceções, especialmente em temas sensíveis, complexos e críticos como este”, sublinhou.

Dirigindo-se aos estudantes, a diretora deixou ainda uma mensagem de reconhecimento e responsabilidade: “Cada profissional bem preparado que identifica um caso, apoia uma mulher ou orienta uma família contribui, de forma concreta, para quebrar ciclos de violência e proteger direitos fundamentais”.

A nova edição da Pós-Graduação em Mutilação Genital Feminina resulta de uma colaboração estreita entre a academia, entidades governamentais e parceiros institucionais, refletindo uma visão estratégica partilhada e o compromisso contínuo de Portugal na prevenção e erradicação desta prática.

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image Depressão Kristin: NOVA apoia comunidades e estudantes afetados
Notícia

Perante a devastação provocada pela depressão Kristin, a Universidade NOVA de Lisboa está a promover um conjunto de ações de apoio às comunidades locais e aos estudantes provenientes das regiões mais afetadas, reforçando o compromisso da Universidade com a solidariedade, o bem-estar e a entreajuda.

No âmbito desta iniciativa, a comunidade académica é convidada a participar numa recolha solidária de bens essenciais, incluindo alimentos não perecíveis e produtos de higiene, destinados a dar resposta imediata às necessidades das populações afetadas. A ação reflete os valores de responsabilidade social da NOVA e a importância de mobilizar esforços coletivos em situações de emergência.

Os pontos de recolha incluem:

  • Cantina da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas;
  • Cantina da Faculdade de Ciências e Tecnologias;
  • Edifício da Reitoria;
  • Bar do Edifício da Residência Alfredo de Sousa;
  • Receção do Colégio Almada Negreiros;
  • Receção do ITQB NOVA;
  • Receção do IHMT NOVA.

Para além da recolha de bens, a NOVA assegura apoio psicológico aos estudantes provenientes das zonas mais afetadas. Estudantes com estatuto de bolseiro serão contactados diretamente pelos SASNOVA, enquanto todos os restantes podem recorrer ao Gabinete de Desenvolvimento Humano através do email gdh@unl.pt.

A Reitoria mantém contacto próximo com a “Estrutura de Missão para a recuperação das zonas afetadas”, de modo a identificar áreas onde a Universidade poderá contribuir de forma eficaz. Esta iniciativa pretende prestar apoio concreto às populações e estudantes afetados, reconhecendo a gravidade da situação e a urgência das respostas necessárias.

Para mais informações, clique aqui.

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image ENSP NOVA participa em reunião sobre o Futuro da Saúde na Europa
Notícia

A Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA de Lisboa (ENSP NOVA) participou, no passado dia 22 de janeiro, na reunião dedicada ao “Futuro da Saúde na Europa”, a convite da Ministra da Saúde. O encontro decorreu no Auditório do Instituto Português de Oncologia do Porto.

A reunião contou com a presença de várias figuras de relevo na área da saúde e das políticas públicas, entre as quais a Diretora-Geral da Saúde, Rita Sá Machado, o Diretor Regional para a Europa da Organização Mundial da Saúde (OMS), Hans Kluge, a Secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Inês Domingos, e a Ministra da Saúde, Ana Paula Martins.

A ENSP NOVA esteve representada pelos diretores dos seus Centros Colaboradores da Organização Mundial da Saúde (OMS) e docentes da Escola:

  • Paulo Sousa, diretor do WHO Collaborating Centre for Education, Research and Evaluation of Safety and Quality of Care (Quality and Patient Safety).
  • Alexandre Lourenço, diretor do WHO Collaborating Centre in Health Management.

Durante a reunião, houve ainda oportunidade para um diálogo direto com o diretor regional da OMS, no qual foram apresentadas e discutidas as principais atividades, contributos e prioridades estratégicas dos Centros Colaboradores da OMS coordenados pela ENSP NOVA. Este momento reforçou o reconhecimento do papel da Escola no debate europeu sobre políticas de saúde, governação, gestão e qualidade dos sistemas de saúde.

A participação da ENSP NOVA neste encontro sublinha o seu compromisso com a cooperação internacional, a produção de conhecimento científico relevante e a construção de sistemas de saúde mais resilientes, equitativos e sustentáveis, contribuindo ativamente para a definição do futuro da saúde pública na Europa.

Saiba mais sobre os centros colaboradores e as suas atividades em: https://www.ensp.unl.pt/centros-colaboradores-da-oms/

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